segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Desarmem os bandidos primeiro

Polícia

26/02/2011 | 17h40min

Tema para Debate:

Desarmem os bandidos primeiro

Humberto Trezzi* | humberto.trezzi@zerohora.com

Nunca tive arma. Tomei a decisão quando jovem, após algumas brigas. Melhor não correr o risco de matar ou morrer de forma estúpida. Mesmo assim, defendo o direito do cidadão a se proteger, inclusive usando arma. Por isso votei Não no Referendo sobre Desarmamento, em 2005. Me alinhei com a maioria (63,9% ou 59 milhões de pessoas), que se recusou a proibir a venda de armas no país, contra 36,1% (cerca de 34 milhões) que queriam, sim, banir a comercialização do armamento em território nacional.

Sou um gaúcho inserido no contexto em que me criei. No Rio Grande do Sul, quase 87% foram contra proibir a venda de armas em 2005. Apenas 13% votaram a favor do veto.

> Você concorda com a ideia de que os cidadãos devem ter preservado o direito de portar arma para livre defesa?

Por que votei a favor da manutenção da venda de armas no país? Porque acredito que o desarmamento deve começar pelos bandidos. Primeiro eles devem ter suas armas confiscadas, para só então o Estado investir contra revólveres e pistolas que estão em poder de cidadãos sem antecedentes criminais, que passaram por exames e inclusive testes psicológicos para exercer o direito de portar arma.

E não é difícil encontrar lugares com criminosos armados. Bocas de fumo proliferam em cada rua importante de cada bairro porto-alegrense e também nos das principais cidades gaúchas. Soldados do crime guarnecem esses pontos do tráfico. Comecem por eles, ora...

Nunca se desarmou tanto no Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, por exemplo, o número de projéteis apreendidos pela BM quadruplicou nos últimos quatro anos (de 6 mil anuais para 23 mil anuais). Isso reduziu a violência? Ao que parece, não. A capital gaúcha, como se viu no estudo Mapa da Violência divulgado pelo Ministério da Justiça na última semana, passou do 13º para o nono lugar entre as capitais mais violentas do país. A taxa de homicídios em Porto Alegre passou de 31,4 para 46,8 em 100 mil habitantes em uma década, o que representa um aumento de 49%.

Ou seja, aumentaram as apreensões de armas e munições, mas o número de homicídios continua crescendo. E quase todos são por arma de fogo. Não descarto – e muitos especialistas acreditam nisso – que, num âmbito geral, a proibição da venda de armamento traria, a longo prazo, redução na violência. Mas isso viria a um custo: a amputação do direito de se defender. Num país em que os criminosos já não temem ingressar na casa do sujeito, imaginem se eles tiverem a certeza de que a casa não possui armas, porque todos estão proibidos de comprá-las (todos, menos os criminosos, que não respeitam proibições...).

Repórteres que lidam há mais de duas décadas com o tema da violência aprenderam que a maioria dos assassinatos tem sido cometida por quadrilhas. Não são cidadãos sem antecedentes que saem matando por aí, e sim criminosos liquidando outros criminosos – existem exceções, claro, mas esta é a regra. E de onde vêm essas armas? Num Estado fronteiriço como o Rio Grande do Sul, não é difícil adivinhar. As fronteiras com o Uruguai e a Argentina continuam portas abertas. Não venham me dizer que a maioria das pistolas em mãos de bandidos foram compradas em lojas gaúchas. Até porque comprar arma legalmente no comércio, no país, só com missa e reza brava. São tantas exigências, que se tornou missão quase impossível.

Os homicídios tampouco são acidentais e provocados por imperitos que saem da loja atirando por aí. Não, quase todos são assassinatos planejados e executados por criminosos que estão acostumados ao uso de arma e não as compraram no comércio do Brasil.

Este artigo não defende a liberalização geral de arsenais em mãos privadas, como acontece na maioria dos Estados norte-americanos. Pelo contrário. Regras rígidas são necessárias para induzir apenas o cidadão equilibrado a adquirir legalmente sua arma. O que não dá para tolerar é essa ânsia de colocar a culpa do morticínio brasileiro no sujeito que sempre agiu dentro da lei. Direito à própria defesa é algo de que os brasileiros não abrem mão, como mostra o referendo de 2005. Nem eu. Até porque nunca se sabe o futuro.

*Jornalista

MILITARES PORTADORES DE CUIDADOS ESPECIAIS

MILITARES PORTADORES DE CUIDADOS ESPECIAIS

“Precisamos de você!”



Está nascendo um órgão para cuidar de você!!!



Finalidade: proporcionar ao Policial, Bombeiro e familiar, que se torna um portador de deficiência, uma forma de vida, o mais próximo possível de sua normalidade e fazer com que ele retome a sua auto-estima, promovendo sua reinserção no mercado de trabalho.

Se você é Policial ou Bombeiro Militar portador de cuidados especiais, ou possui familiar portador de patologia que necessite de cuidado especial, Preencha a ficha cadastral informando os dados da patologia.



Por hora estamos fazendo levantamento do quantitativo de portadores de cuidados especiais, (cadeirantes ou pessoas com seqüelas psico-fisiologicas) para em breve trazermos boas noticias.

Portanto..., ajude-nos a divulgar esta idéia! Contate outros militares para que enviem sua ficha cadastral.



É chegado o momento de valorizarmos nossos militares que dão parte de seu corpo em prol da sociedade! Nossos Verdadeiros Heróis!!!



Preencha a ficha cadastral relatando sua situação e envie através do endereço abaixo; ou entre em contato com o Subtenente Eriberto Kotelak através do e-mail: sgtkotelak@yahoo.com.br, para obter informações.



Envie seus dados para: Subtenente QPM 1-6 Eriberto Kotelak

Rua Raul Leite, 282 – Bairro Alto – Curitiba-PR – Cep: 82.820-390

Ou através do Centro Veterinário da PMPR.






Atenciosamente,

Subtenente Eriberto Kotelak
(41) 9916-6709



“O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.”(Arnold Toynbee)

Reunião APRA com o Dep Fed Francisquini

Em razão da propositura da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADIN n.
4504, perante o Supremo Tribunal Federal, em que, estranhamente, membro do
órgão partidário máximo do Partido Trabalhista Cristão, com origem no
Estado do Rio de Janeiro, pretende obter a decretação de nulidade da Emenda
à Constituição do Estado do Paraná n. 029/2010, e dessa forma, obstar a
aquisição da garantia constitucional do subsídio para os policiais
militares, bombeiros e policiais civis paranaenses; reuniram-se nesta
sexta-feira, 25/02, no escritório do Deputado Federal Fernando
Francischini, as entidades representativas APRA, AMAI, SINCLAPOL, ADEPOL;
para deliberar sobre as medidas jurídicas cabíveis para a defesa da
valorização das categorias profissionais envolvidas".

ADVOGADO GARANTE: POLICIAIS MILITARES PODEM FAZER GREVE!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

ADVOGADO GARANTE: POLICIAIS MILITARES PODEM FAZER GREVE!

O Brasil se vangloria de ser um país ‘democrático’, defensor dos direitos igualitários e inimigo ferrenho dos atos ditatoriais, mas na hora em que se depara com uma ameaça de greve na Polícia Militar, logo bate saudade da ditadura e exclama: “Os PMs não podem fazer greve! Isso é crime!”

Há controvérsias. O advogado e professor universitário Tácito Alves garante [no vídeo abaixo] que os policiais militares podem, sim, exercer seu sagrado direito de movimento grevista.

Todos os detalhes você irá conferir quando assistir ao vídeo. De nossa parte, gostaríamos apenas de fazer algumas perguntas a quem ainda insiste em fazer do PM um ser sem vida, sem sentimento, sem valor humano.
1. O que é dignidade da pessoa humana?
2. O salário de um policial é suficiente para garantir a segurança dele e, principalmente, a sua?
3. Como manter o controle emocional quando se trabalha em condições desumanas?
4. Carga horária exaustiva influencia no mau atendimento ao cidadão?
5. Alguém sabe dizer se existem pressões, ameaças e assédio moral dentro de delegacias, presídios e batalhões contras seus respectivos funcionários subalternos?
6. Você tem certeza que quer homens armados nas ruas que vivam diuturnamente sob as circunstancias relatadas acima?
7. Quem ganha mais quando se investe nos servidor público, ele mesmo ou a sociedade?
8. Até quando você quer adiar as medidas necessárias a serem tomadas, enquanto seu país, seu estado, sua cidade e seu bairro mergulham na criminalidade?
9. Qual o perfil de profissionais da segurança que queremos – e precisamos! – para lidar com a sociedade?
10. Direitos Humanos: toc... toc... toc... Tem alguém aí?...



policiais rejeitam todas as propostas do Governo do Estado e decidem deflagrar greve por tempo indeterminado em toda a Paraíba

BLOG NOTÍCIAS DA CASERNA: policiais rejeitam todas as propostas do Governo do Estado e decidem deflagrar greve por tempo indeterminado em toda a Paraíba: "policiais rejeitam todas as propostas do Governo do Estado e decidem deflagrar greve por tempo indeterminado em toda a Paraíba"

Você está do lado do Senhor?

Você está do lado do Senhor?


Postado por Pr. Aldenir Araújo , às Segunda-feira, Fevereiro 28, 2011

Texto: Êxodo 32:19-26

Introdução

A. Uma das maiores perguntas na Bíblia está em Êxodo 32:26
1. Feita por Moisés quando ele desceu do Monte com os 10 mandamentos.
2. O que ele viu o irritou e o enfureceu! E não é de admirar...
3. O povo de Deus estava adorando um bezerro de ouro e se comportando imoralmente.
4. Inclusive Arão se envolveu nesta cena pecaminosa e vergonhosa.
B. Muitas pessoas hoje pensam que estão do lado do Senhor
1. Muitos religiosos afirmam estar do lado Senhor – Tito 1:16 “No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra”
2. Alguns membros nominais da igreja também fazem essa mesma afirmação
3. Jesus advertiu em Mateus 7:21 “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”
4. Muitos vão dizer Senhor, Senhor!.... Mas Jesus lhes dirá "Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim...”
C. Quem está realmente do lado do Senhor nestes dias?
1. Não julgue pelas aparências, ou pelo que as pessoas dizem, mas sim o que elas fazem.
2. Devemos ser cumpridores da palavra, não somente ouvintes! Tiago 1:22,25 “22. Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” “25. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar”
Quem está realmente do lado do Senhor?

I. Os que permanecem na Verdade
A. Israel virou as costas para o Deus que os tirou da escravidão.
1. Ele abriu o Mar Vermelho, e os levou através do deserto, e derrotou seus inimigos.
2. Agora, eles se recusam a ficar sobre a verdade de que Ele era Deus.
B. O povo de Deus hoje tem o mesmo problema
1. Dizemos que amamos a verdade, mas não permanecemos nela. Nós rapidamente comprometemos as questões de fé e doutrina. Em vez disso deveríamos odiar todo caminho de falsidade e mentira. Salmo 119:1-4 “Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do SENHOR. Bem-aventurados os que guardam as suas prescrições e o buscam de todo o coração; não praticam iniquidade e andam nos seus caminhos. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca”.
2. Paulo nos diz para enfrentar as forças do mal - Efésios 6:14 "Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça"
3. Não há realmente lugar para compromisso com a doutrina pura de Cristo.
4. "Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha" Mateus 12:30
Quem está realmente do lado do Senhor?

II. Os que estão satisfeitos com a Verdade
A. Os Filhos de Israel nunca estavam satisfeitos!
1. Desde o momento em que saíram do Egito tudo o que eles faziam era reclamar.
2. Aqui a reclamação foi que Moisés não voltava do Monte.
3. Eles foram a Arão, e conseguiram sua cooperação para fazer um bezerro de metal fundido.
4. Então ele declarou: "Amanhã será festa ao Senhor" Êxodo 32:1-5
B. O povo de Deus hoje precisa estar satisfeito com a verdade
1. Muitas vezes, somos como os Gálatas, "Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho". Gálatas 1:6
2. Quando estamos satisfeitos com a verdade, nós não vamos à procura de outras opções.
3. Nós não estaremos clamando por mudança, buscando as coisas do nosso jeito.
4. O povo de Israel adorou este bezerro de metal fundido em Nome do Senhor, o que era uma blasfêmia e uma ofensa contra Deus. “E o povo assentou-se para comer e beber, e levantou-se para divertir-se" v. 6. Êxodo 20:3-4 - "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra"
5. A falsa adoração leva a um comportamento mundano e pecaminoso. É por isso que devemos adorar a Deus em espírito e verdade, e estar satisfeito com isso. João 4:24 “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”
Quem está realmente do lado do Senhor?

III. Os que falam a Verdade
A. Quando Moisés confrontou Arão, ele começou a culpar o povo – Êxodo 32:21-24
1. A verdade é que Arão tinha muita culpa também!
2. Ele incentivou e colaborou com a vontade do povo, em vez de falar a verdade, e adverti-los contra o eles queriam fazer.
3. Este é o pecado da liderança fraca e uma recusa em aceitar a responsabilidade pessoal quando erros são cometidos. V. 33-35 "foi o que Arão fez”.
B. O povo de Deus hoje deve falar a verdade em amor. Efésios 4:15 "Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” Efésios 4:25 “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros”
1. Não deve haver desonestidade, engano ou tentativa de culpar os outros.
2. Sempre que fizermos algo errado, deve haver arrependimento, em seguida, compartilhar o perdão – Mateus 18:15-17 “Se teu irmão pecar [contra ti], vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano” Tenha a coragem de admitir o erro.
3. Os que estão do lado do Senhor são aqueles que sempre falam a verdade!
4. E não tenha medo de dizer aos que nos cerca de Jesus, caminho, verdade e vida – João 14:6
Quem está realmente do lado do Senhor?

IV. Os que são salvos pela Verdade
A. Moisés implorou a Deus pelos pecados do povo – Êxodo 32:30-33
1. Eles precisavam ser salvos pela verdade – Eles eram povo de Deus.
2. O perdão dos pecados era a sua maior necessidade como é para nós hoje!
B. Você foi salvo pela verdade? – I Pedro 1:22 "Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente"
1. Somos salvos quando obedecemos a verdade. João 8:32 “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”
2. A verdade é a Palavra de Deus que ensina que é preciso crer, confessar, arrepender e ser batizado em Cristo, para remissão dos pecados - Atos 2:38 “Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remis são dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo”
3. Qualquer outro caminho é um caminho falso, não é a verdade e não vai salvar – Provérbios 14:12 “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte”
4. O caminho da verdade é um caminho estreito, mas é o caminho certo – Mateus 7:13-14 “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela”
a. Duas portas. (Estreita e larga).
b. Dois caminhos. (Vida e morte).
c. Dois tipos de fruto. (Bom e podre).
d. Dois tipos de pessoas. (Sábios e tolos).
e. Duas fundações. (Rocha ou areia).
f. Duas casas. (A que vai permanecer de pé e a outro que vai cair)

Conclusão: Você foi salvo pela verdade? Se não, então você não está do lado do Senhor, não importa o que você diz, pensa ou sente, é o que você faz que conta, que mostra se você realmente está do lado do Senhor. Lucas 6:46 “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?”
"Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando" João 15:14
Um grande se - pode mantê-lo fora do Céu, mas somente se você permitir. Isso seria um grande erro. Mas você pode fazer algo sobre isso agora, ao decidir; eu quero estar do lado do Senhor, sendo batizado, tornando-se membro da Igreja, vivendo com fidelidade até a hora da morte, ou até a sua vinda. Apocalipse 2:10 “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”

Pr. Aldenir Araújo

Leia mais http://opregadorfiel.blogspot.com/2011/02/voce-esta-do-lado-do-senhor.html#ixzz1FHUFISEz

Ameaça de "calote" de subsídio revolta PMs

Contas públicas

Ameaça de "calote" de subsídio revolta PMs

Secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, que diz não haver dinheiro para pagar aumento para servidores públicos, fala hoje sobre as finanças do Estado em audiência na Assembleia
27/02/11 às 21:21 | Ivan Santos




PMs: ameaça de quebra de compromisso motivou protestos (foto: Valquir Aureliano)

O secretário de Estado da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, faz hoje a prestação de contas do governo sobre o último quadrimestre de 2010, em audiência pública no plenário da Assembleia Legislativa. Será a primeira vez que Hauly fala oficialmente sobre a situação financeira que o governo Beto Richa herdou da administração anterior. O secretário deve ser questionado ainda sobre as promessas de campanha de Richa, que incluem reajuste salariais para professores e policiais civis e militares.

Na semana passada, Hauly causou revolta entre os PMs, ao declarar não haver qualquer perspectiva de que o governo vá pagar a implantação do chamado “subsídio”, que incorpora gratificações aos salários dos policiais. Na ocasião, o secretário também afirmou não haver dinheiro para pagar o reajuste de 27% prometido por Richa aos professores durante a campanha.

A Proposta de Emenda Constitucional 64, a chamada “PEC do subsídio”, foi aprovada no ano passado pela Assembleia, com o apoio dos parlamentares e principais líderes da futura base do novo governo. O texto da emenda promulgada e publicada no Diário Oficial do Estado no final de outubro prevê que o governador tem prazo de 180 dias após a promulgação para implantar o subsídio como forma de remuneração dos policiais e bombeiros militares, através de uma lei ordinária. O prazo também é válido para a exigência do curso superior para o ingresso na carreira de policial. Com isso, Beto Richa teria até o final de abril para regulamentar e iniciar a implantação da nova forma de remuneração dos policiais.

Segundo informações divulgadas na época da aprovação pela Assembleia, a remuneração através do subsídio pode proporcionar um ganho adicional de 25% sobre os vencimentos da categoria. Hoje um soldado em início de carreira tem um salário de aproximadamente R$ 1,7 mil, sendo que destes R$ 378,00 refere-se ao chamado soldo e o restante a gratificações que dependem de vários fatores, entre eles tempo de serviço, cursos e local de atuação.

Segundo o secretário da Fazenda, porém, não há qualquer perspectiva concreta de implantar o novo modelo de remuneração para as policiais. “Hoje não é possível aumentar um salário sequer, contratar um servidor a mais. Estamos engessados. Há uma massa falida no Paraná. Estamos no cheque especial e pagando juros altos”, disse Hauly, em entrevista à rádio Band News.
Em relação especificamente ao prazo para pagamento da PEC do subsídio, o secretário foi ainda mais enfático. “Não há como cumprir (o prazo). A não ser que indiquem onde cortar. Não há como atender”, avisou. “Não há como você enganar. Não há almoço grátis. Alguém paga a conta. Se quiser vamos abrir as contas. Não é hora de aumentar despesas”, alegou Hauly.

As declarações revoltaram os policiais e seus representantes, que já aguardavam o início de negociações com o governo para definir um cronograma de implantação dos novos salários. A Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares (AMAI) divulgou nota criticando a posição de Hauly, e cobrando o cumprimento de compromissos de campanha do governador com a corporação. “O pagamento do subsídio foi uma promessa de campanha, muitas vezes repetida, servindo como plataforma para ganhar os votos dos PMs e seus familiares”, lembra a entidade na nota.

Indignação — Para a AMAI, o secretário errou ao não demonstrar qualquer intenção de negociar. “Acreditamos que a melhor posição seria dizer: ‘O Estado deve, quero pagar. Vamos discutir como, quanto e de que modo’”, afirma a Associação. “A atual posição e discurso da administração, põe em risco a credibilidade do político e a estabilidade da estrutura Policial Militar”, avisa.
A indignação dos policiais também ficou clara nas dezenas de comentários deixados no blog Política em debate, do site Bem Paraná, que relatava as declarações de Hauly. Até ontem, mais de 130 comentários criticavam a posição do secretário, e ameaçavam o governo com paralisações e protestos caso a promessa de pagamento do subsídio não seja confirmada na prática.

Vítimas de truculência policial serão indenizadas pelo Estado

Segunda-Feira - 28/02/2011 - por TJ-RN

Vítimas de truculência policial serão indenizadas pelo Estado


Dois amigos ganharam uma ação judicial contra o Estado do Rio Grande do Norte e serão indenizados com a quantia de cinco mil reais para cada um em virtude de terem sido vítimas de violência e truculência praticadas por três policiais militares no bairro de Cidade Satélite em 2007. A sentença é da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal.

Na ação, os autores alegaram que no dia 18 de janeiro de 2007, por volta das 19hs, deslocavam-se em veículo particular no bairro de Cidade Satélite, quando encontraram um grupo de amigos que caminhavam na mesma rua e os cumprimentaram em voz alta. Informaram que, em razão dos gritos dirigidos aos seus colegas, foram abordados por policiais militares que, por pensarem que os gritos haviam sido dirigidos a eles, os trataram de forma truculenta e agressiva, dirigindo-lhes chutes, socos e palavras de baixo calão, sempre com arma em punho. Em virtude disto, requereram a procedência dos pedidos para condenar o Estado no pagamento de indenização em dinheiro pelos danos morais sofridos.

O Estado contestou alegando que a ausência de documentos capazes de embasar a petição inicial dificultava o exercício do princípio da ampla defesa. No mérito, pediu pela improcedência dos pedidos iniciais e requereu a denunciação ao processo dos policiais Jimmy da Silva, Iranildo Acioli e Iran Barbosa da Silva.

Segundo o juiz Aiton Pinheiro, os autores sofreram, arbitrária e abusivamente, agressões físicas e morais por parte de policiais militares no bairro de Cidade Satélite às 19h do dia 18 de janeiro de 2007 e os policiais envolvidos nas acusações eram Jimmy da Silva, Iran Barbosa da Silva e Iranildo Acioli. Analisando as provas em anexo, em especial a escala de serviço para o dia 18.01.2007, o magistrado observou que, de fato, os policiais indicados estavam a trabalho na área que abrange os bairros de Cidade Satélite e San Vale no dia e hora do fato delituoso.

Para ele, não resta dúvida de que os policiais militares, agindo em nome do Estado, se comportaram de forma abusiva e truculenta, adentrando o campo da ilegalidade da conduta administrativa, devendo o ente público ser responsabilizado civilmente pelos danos causados aos autores.

Em relação ao valor, considerando que apesar de graves os fatos, destes não restaram demonstrados sequelas de maior monta e tendo em vista que o dano moral não deve importar em enriquecimento sem causa, mas também não podem representar um fomento à indústria da lesão e ainda levando em conta que o papel educativo da indenização moral, no sentido de induzir o Estado a fomentar boas práticas de civilidade entre os seus contingentes de servidores, o juiz entende como medida de legítima justiça arbitrar o dano moral em cinco mil reais para cada um dos autores. (Processo nº 001.08.030954-3)

Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

28 de fevereiro de 2011


Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

Em vez de questionar distribuição de kits gays para crianças de escola, jornal Estadão questiona distribuição de Bíblias em universidade evangélica

Julio Severo

A Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias para seus próprios estudantes? No que depender dos sentimentos do jornal Estadão, a resposta parece ser sim, de acordo com uma matéria tendenciosa que diz:

http://blogs.estadao.com.br/ponto-edu/a-biblia-do-mackenzie/comment-page-1/#comment-4919

Os calouros da Universidade Presbiteriana Mackenzie ganharam no segundo dia de aulas um kit contendo mochila e uma Bíblia com o logotipo da instituição. “É desejo do Mackenzie que você encontre aqui não só conhecimento humano, mas que você conheça a Deus, relacione-se com ele e encontre alegria nesse relacionamento”, diz a universidade no texto de apresentação.
Além do Antigo e do Novo Testamento, o livro, em formato de bolso, traz informações sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil, que controla o instituto responsável pelo colégio e pela universidade — descrita como “cristã, fiel à cosmovisão reformada e, ao mesmo tempo, comprometida com um ensino de qualidade, em ambiente de liberdade acadêmica e ausência de discriminação”.
Os novos alunos também foram recebidos pela direção, coordenações de curso e professores. Um dos que deram as boas-vindas foi o reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, chanceler do Mackenzie. Em novembro, a universidade publicou em seu site um manifesto assinado pelo líder religioso em que ele se posiciona contra a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, cujo objetivo é criminalizar a homofobia.
Após polêmica na internet e entre seus alunos, a universidade retirou do ar o texto do chanceler. Ele estava no site para “servir de orientação à comunidade acadêmica”. O manifesto desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie e motivou a realização de um protesto que reuniu cerca de 300 pessoas em frente ao câmpus da Rua Itambé, na região central de São Paulo.
O Estadão parece pensar que não faz sentido uma universidade evangélica distribuir Bíblias para seus estudantes. Nessa lógica, fará sentido uma laranjeira produzir laranjas? Fará sentido uma macieira produzir maçãs?
Mas o problema é mais profundo. O sentimento do Estadão é que já que o Mackenzie cedeu no manifesto anti-PLC 122, por que não também na distribuição de Bíblias? Aliás, o sentimento da mídia esquerdista em geral é que os cristãos têm a obrigação de ceder toda vez que algum grupo de gays, feministas, bruxos ou outros indivíduos politicamente corretos se sentir “ofendido”.
Quando nós nos sentimos ofendidos com as iniciativas agressivas deles para impor a agenda gay em nossos filhos, eles não cedem um centímetro. Mas quando eles se sentem ofendidos com nossas atitudes de proteger nossos filhos contra a agenda gay, eles ainda têm a cara de pau de exigir que cedamos quilômetros.
Ao contrário do Mackenzie, que retrocedeu em seu manifesto anti-PLC 122, provavelmente por causa das pressões e reclamações da forte ala esquerdista que há nessa instituição, os ativistas da agenda gay jamais recuam em suas posições imorais. Pena que entre eles não haja uma ala “conservadora” para fazer barulho e dizer: “Ei, vamos parar com isso! Retiremos tal projeto gay (ou manifesto gay). Estamos violentando a inocência das crianças!”



Kit gay

O famoso e infame kit gay, que o governo distribuirá nas escolas com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, ensinará as crianças a valorizar o sexo anal dos homossexuais.Veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lCsBc0tm6lc)

Crianças de todo o Brasil estão para sofrer um sistemático estupro psicológico com a distribuição dos imorais kits gays nas escolas, e o Estadão está incomodado com a distribuição de Bíblias numa universidade evangélica?
O PLC 122, que é o maior projeto de lei anti-“homofobia” do Brasil, provocará paranoias muito maiores, usando igualmente a desculpa do combate à “discriminação” para impor todos os tipos de doutrinação homossexual em todos os níveis da sociedade. E o alvo principal da obsessão anti-“homofobia” são os que Toni Reis tachou(http://juliosevero.blogspot.com/2011/02/travestis-violencia-disque-denuncia.html)de “religiosos fundamentalistas”.
O que é necessário fazer para sofrer o rótulo de “religioso fundamentalista”? Apenas dizer que o sexo homossexual é pecado. Nada mais. Basta dizer isso, e você entra automaticamente para a categoria de “homofóbico”, “fanático”, “preconceituoso”, “incitador de ódio e violência”, “incitador de assassinatos de homossexuais” e mil e um títulos dignos de filmes de terror. Se ficarmos calados, talvez eles parem de nos fazer encolher de medo com rotulações e estereótipos.
Entretanto, se cedermos sempre às birras deles, chegará o tempo em que precisaremos lhes perguntar: “Eu ainda tenho permissão de dizer que sou cristão?”
“Sim”, dirá o governo e a mídia, “desde que seja sozinho no seu quarto, longe de sua esposa e filhos. Nem seu cachorro deve escutar isso! Por enquanto, você tem plena liberdade de expressão e religião de dizer isso para si mesmo”.
Os ativistas da agenda gay querem distância da Bíblia, pois esse é o único livro que orienta de forma enérgica os leitores a evitar todos os pecados.
Os autores — o próprio governo federal! — do kit gay querem levar crianças diretamente para o buraco do estupro psicológico e físico. O Autor da Bíblia não quer ninguém no buraco.
Por isso, enquanto é tempo — e mesmo fora de tempo —, distribuamos Bíblias, como muito bem fez o Mackenzie. E, enquanto ainda nos resta alguma liberdade de expressão, façamos, sem ceder e sem esmorecer, todos os tipos de manifestos e manifestações contra toda lei que, com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, quer calar os que discordam da agenda gay e impor selvagemente sobre as crianças uma perversa doutrinação pró-homossexualidade.

Fonte: www.juliosevero.com

Palhaçada gay contra o Mackenzie
http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/palhacada-gay-contra-o-mackenzie.html

Olavo de Carvalho fala sobre o Mackenzie e Luiz Mott
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Decisões judiciais imprimem mais rigor contra a pirataria

27/02/2011 - 10h00

ESPECIAL

Decisões judiciais imprimem mais rigor contra a pirataria

“Receita continua a fiscalizar comércio irregular em São Paulo.” “Polícia estoura estúdio de pirataria e apreende 40 mil CDs e DVDS.” “Quadrilha tenta pagar propina de R$ 30 mil e é desarticulada.” Todas essas manchetes veiculadas recentemente na imprensa chamam a atenção para um problema que se incorporou à vida dos brasileiros e ocorre em todo o mundo: o mercado ilegal de produtos ou, em uma linguagem mais popular, a pirataria.

O crime não é novo e remete a saqueadores da Idade Moderna, o período das grandes navegações. Homero, na Grécia antiga, teria sido o primeiro a cunhar o termo no livro Odisseia. Hoje, a expressão é utilizada para se referir à cópia e à distribuição não autorizada de material sobre direito autoral, especialmente música, imagem, vestuário e software. E os piratas, tal como no passado, pilham o patrimônio do proprietário e prejudicam o Estado com a evasão fiscal.

“A pirataria já rende mais que o tráfico de drogas e deixou de ser um crime de bagatela”. Afirmou o ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) – onde desemboca a maioria das discussões judiciais sobre o tema –, que, em 2006, já alertava para o problema, na palestra Pirataria – Uma Ameaça ao Brasil e à Zona Franca de Manaus. Para o magistrado, não se pode mais ver a pirataria como a ponta do iceberg, que é o pequeno comerciante, o camelô, que vende mercadoria falsificada ou contrabandeada. Atrás deles estão as máfias internacionais ligadas ao crime organizado. Máfias essas que entram no país e distribuem produtos como Gucci, St. Laurent, Louis Vuitton, Chanel, Nike, Adidas e muitas outras a um preço acessível.

Segundo a pesquisadora Elizabeth Goraieb, no estudo denominado Redes Criminosas Internacionais – Breves Considerações sobre o Crime Organizado e os Crimes contra a Propriedade Intelectual, a máfia, principalmente a italiana, se concentrava na falsificação de produtos europeus de luxo. Com a entrada das quadrilhas asiáticas, especialmente chinesa e vietnamita, o mercado se expandiu para outros tipos de produtos.

Falsificação de medicamentos

Além da falsificação de produtos, os criminosos atuam na falsificação de remédios e no contrabando. O Conselho Nacional de Combate à Pirataria, órgão ligado ao Ministério da Justiça, informou que mais de 170 toneladas de medicamentos produzidos e comercializados de forma ilegal foram apreendidas nos três primeiros meses de 2009 no país. São muitos os recursos envolvendo o tema no Judiciário.

Em dezembro de 2010, a Sexta Turma do STJ julgou um recurso envolvendo o comércio ilegal de Cytotec, medicamento indicado para o tratamento de úlcera estomacal, mas indevidamente utilizado na prática de aborto (Resp 915.442).

Na ocasião, a relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura, destacou que há um propósito em aplicar-se preceito secundário da Lei de Drogas para casos como este. A ministra explica que o delito do artigo 273 do Código Penal (falsificação ou adulteração de medicamento) é considerado crime hediondo e, por isso, torna-se razoável que a pena não seja “nem tão severa nem tão branda. Ademais, ambos os delitos [o tráfico de drogas e a falsificação ou adulteração de medicamentos] têm como bem jurídico tutelado a saúde pública e são crimes de perigo abstrato”.

Equiparação a tráfico

A Terceira Seção analisa os conflitos suscitados acerca de qual o juízo competente para proferir a decisão sobre tráfico de drogas. Um conflito de competência foi suscitado num caso referente à distribuição irregular de medicamentos – 600 cápsulas de Fluoxetina (antidepressivo) e Femproporex (anorexígeno). O material foi apreendido numa tentativa de remessa via correio com destino a Lisboa, em Portugal (CC 112.306). A Seção declarou competente para julgar a causa o juízo federal da 1ª Vara de Dourados, em Tocantins, e enquadrou o caso como tráfico internacional (Lei de Drogas).

Em outro conflito de competência (CC 18.346), relativo à reprodução de fitas de vídeo piratas, a Terceira Seção do STJ declarou a Justiça estadual competente para processar e julgar delito de violação de direito autoral. Não havia no caso indícios de lesão a bens, serviços e interesses da União. A conduta descrita no artigo 184, parágrafo 2º, do Código Penal atinge, segundo a Seção, apenas os interesses do titular do direito autoral, isto é, direitos privados.

Segundo o ministro Gilson Dipp, o Judiciário deve tratar com rigidez o tipo penal de falsificação e contrabando, não julgando apenas o caso concreto, mas pensando na preservação dos bens sociais e materiais de toda a comunidade. O STJ teve importante atuação em 2004, quando a polícia desarticulou a máfia internacional de produtos falsificados liderada pelo chinês Law King Chong. Somente em um depósito, em São Paulo, foram apreendidos três milhões de relógios e R$ 100 milhões em mercadorias.

Na ocasião, a Sexta Turma manteve a prisão (HC 39.579) do despachante de Law King Chong, acusado de tentar corromper o deputado Luiz Antônio Medeiros (PTB-SP) nas investigações realizadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito. A Turma também negou a saída temporária do chinês da prisão, com o fim de garantir as investigações e impedir que ele voltasse a comandar a organização criminosa (HC 65.569).

Comportamento do consumidor

“Temos a tradição de informalidade na economia e temos uma extrema desigualdade social”, aponta o ministro Gilson Dipp, reconhecendo que há uma tendência do consumidor na compra de produtos baratos. Uma pesquisa do Instituto Akatu, que reúne várias empresas pelo consumo consciente, em parceria com a Microsoft, revelou que o consumidor brasileiro sabe o que está comprando e sabe que a pirataria prejudica o comércio formal, os artistas e os fabricantes.

Os consumidores, no entanto, segundo a pesquisa, justificam-se ao comprar os produtos piratas com argumentos como a boa relação custo/benefício e o fato de “se sentirem bobos” por pagar mais caro pelo original. Acham, ainda, que dessa maneira “ajudam” o camelô, marginalizado pela sociedade e pelo Estado. O consumidor atribui a pirataria também ao fabricante, que prioriza a manutenção de lucros altos. O Instituto Akatu defende em seu site a adoção de uma prática educativa em relação aos consumidores, e não apenas o foco em campanhas publicitárias.

A garantia de produtos licenciados e documentados protege o consumidor de processos judiciais. Em 2009, a Quarta Turma do STJ decidiu que a apresentação da licença de uso ou da nota fiscal não é o único meio de comprovação da autenticidade e regularidade de utilização do software. A Turma ampliou a abrangência do artigo 9º da Lei n. 9.609/1998. No caso em questão, a empresa acusada apresentou os discos originais de instalação dos programas apontados como ilegais (Resp 913.008).

Mais rigor no combate à pirataria

O STJ tem buscado, por meio das diversas decisões, se alinhar às autoridades públicas no combate à pirataria. Algumas das decisões recentes da Corte mostram uma atuação extensiva em relação ao problema. O Tribunal definiu, por exemplo, em 2003, que o software deve ser equiparado, para efeitos judiciais, ao direito autoral (direito sobre obra intelectual), e não à propriedade industrial. Assim, considerou aplicável o artigo 103 da Lei de Direitos Autorais a um caso específico, especialmente diante da dificuldade de se verificar o exato número de cópias irregularmente comercializado (Resp 443.119).

Em outro processo, o STJ autorizou a apreensão de vídeo sem etiqueta de controle do Conselho Nacional de Cinema (Concine). As locadoras que possuem fitas sem o registro, segundo decisão da Primeira Turma, respondem pelos seus atos, sendo o conselho parte legítima para fiscalizar. Os fiscais apreenderam 744 fitas no bairro Jardins, em São Paulo, e a parte alegava que o órgão não tinha competência para fiscalizar, pois a legislação afetava a cinematografia e não abrangia as atividades relacionadas a videocassetes (Resp 441.601).

O STJ também manteve na prisão um dos principais responsáveis pela reprodução de CDs e DVDs piratas no interior da Bahia. O acusado atuava junto com o irmão, que também estava detido. Presos em flagrante pela Polícia Civil, foram acusados de violação de direito autoral, formação de quadrilha, posse de arma de fogo e corrupção ativa. Segundo dados do processo, a operação policial apreendeu 12.200 unidades de DVDs e 5.470 de CDs, além de milhares de mídias virgens e maquinários (HC 99.381).

Proteção aos negócios

As grandes empresas também veem seus negócios assegurados pelo STJ. Uma empresa gaúcha teve que indenizar a Microsoft por danos materiais em R$ 12 mil pelo uso ilegal de programa de computador (Resp 768.783). A Terceira Turma entendeu que o software é considerado obra intelectual protegida pela regra de direitos autorais.

Segundo a relatora, ministra Nancy Andrighi, no caso dessas empresas, especificamente, fixar adequadamente o valor da indenização exige que se leve em consideração não apenas o prejuízo patrimonial sofrido pela corporação, mas principalmente o fato de a empresa brasileira usar o programa em rede, facilitando o uso por todos os funcionários.

O ministro Aldir Passarinho Junior, da Quarta Turma, assinalou que, se cada usuário pudesse livremente reproduzir as cópias de programa de computador de que necessita, o direito patrimonial do autor perderia sua substância, já que o mercado de software gira em torno do comércio de cópias legitimamente produzidas e licenciadas.

“A pirataria de software é, pois, uma prática altamente lesiva aos direitos dos produtores”, concluiu, no julgamento em que uma empresa do Paraná foi também condenada a pagar à Microsoft indenização no valor de R$ 151 mil por uso de programa irregular (Ag 668.719).

Os dados colhidos pela CPI da Pirataria da Câmara dos Deputados, instalada em 2004, concluíram que o contrabando e a sonegação no Brasil eram da ordem de R$ 160 bilhões por ano e impediam a geração de 1,5 a 2 milhões de empregos formais.

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"Jesus foi judeu desde que nasceu"

"Jesus foi judeu desde que nasceu"

Postado em Entrevista, Livros às 11:38
César Vidal(*) esteve em Lisboa para falar sobre a polémica obra ‘Jesus, o Judeu’ [Esfera dos Livros], em que diz que muitos cristãos não seguem os Dez Mandamentos.



Correio da Manhã - Quando decidiu que queria ser cristão evangélico?
César Vidal - Já lá vão muitos anos. Foi em 1977. Não decidi que queria ser evangélico. Na verdade, o processo foi diferente. Converti-me lendo o Novo Testamento em grego. Eu tinha tinho aulas de grego durante o bacharelato e tinha muita pena de perder uma língua que aprendera. Então, todos os dias tentava alguns capítulos do Novo Testamento nesse idioma. Durante essa leitura, ao fim de uns anos, converti-me, mas não sabia onde ir, sabia sim onde não podia ir. Meses depois acabei numa igreja evangélica. Não decidi ser evangélico, sofri uma conversão e só depois terminei numa igreja evangélica.
- Antes de o ler em grego, já o tinha feito em outros idiomas?
- Sim. Tinha-o lido várias vezes em espanhol e também em inglês, um ano antes. Mas a leitura em grego teve várias consequências: permitia-me maior analisar com mais profundidade os textos e lia mais devagar. Às vezes lemos demasiado depressa.
- Notou alguma diferença nos mesmos textos em línguas diferentes?
- Diferenças não. Podia ter-me convertido a ler a Bíblia noutro idioma. Mas a leitura em grego marcou-me muito.
- Colabora com rádios, publicações e ainda escreve livros. Como consegue ainda ter tempo para consultar as dezenas de livros que refere na bibliografia de 'Jesus, o Judeu' [Esfera dos Livros]?
- Na verdade, esta obra é a consumação de mais de 20 anos de trabalho. A minha tese de doutoramento, que escrevi no final dos anos 80, era um documento que se centrava nos primeiros cristãos ou judeu-cristãos que, num momento determinante, no final do século I, são expulsos de Israel, dando origem à separação entre judaísmo e cristianismo. Essa tese, que obteve um prémio carreira da Universidade [Nacional de Educación a Distancia] e a máxima classificação académica, fez-me ler bastante durante quatro anos. Foi um início. A partir daí comecei a trabalhar com o cristianismo primitivo, com Jesus, e livros meus, alguns dos quais distinguidos com prémios, estão relacionados com esses temas. Por exemplo, a minha biografia de Paulo, que se intitula 'Pablo, el judío de Tarso', obteve um Prémio Biografia [Algaba] em 2006. E o meu mais recente livro, que será lançado nos Estados Unidos no final de Abril, é uma edição do Novo Testamento em grego com uma tradução interlinear, palavra por palavra, em espanhol. Portanto, é uma área em que trabalho há mais de 20 anos.
- Afirma que Jesus sempre foi judeu. Então o que mudava era apenas a sua interpretação da Torá?
- Eu tenho a certeza de que Jesus foi judeu desde o nascimento até à sua morte: foi circuncidado ao oitavo dia após o nascimento, a sua mãe passou pelo rito de purificação das mulheres judeus quando dão à luz, foi levado ao Templo, ia à Sinagoga aos sábados, podia ler em hebraico do rolo da Torah e morreu a recitar o Salmo 22. Portanto, é muito claro que era judeu. A interpretação da Torah feita por Jesus não é nova. Mas é uma interpretação especial, no sentido em que ele afirma que o tempo chegou, ou seja, dizia que 'Vocês esperam o Messias, e eu sou o Messias. Vocês esperam que Deus entre na História e eu digo-vos que Deus está a entrar'. Esse é o elemento essencial e provoca um choque com as autoridades espirituais da época. Porque Jesus parte de uma mensagem que é muito simples, que ele expressa recorrendo a uma metodologia judaica, os ‘meshalim’, o que nós chamamos parábolas, e dessa forma conseguia explicar, por exemplo, que todos os seres humanos, como indivíduos ou mesmo em conjunto, são iguais a um doente que precisa de médico, a uma ovelha que se perdeu, a uma moeda que se extraviado, a um filho que gastou tudo o que tinha. Neste caso, a ovelha não pode voltar a casa, a moeda não regressa ao bolso e o filho apenas pode entrar se o pai o deixar. Mas a mensagem de Jesus é a boa notícia: o pastor vai procurar a ovelha, a mulher encontra a moeda e, claro, o pai abraça o seu filho. São símbolos das acções de Deus. Isto faz com que qualquer pessoa, ainda que seja má, perceba que pode ser recebida por Deus, coloca-se no caminho para a salvação. É o que Jesus conta na parábola do fariseu e do publicano: o primeiro é visto, desde o ponto de vista humano, como sendo bom enquanto que o segundo era um pecador, mas Jesus disse que o fariseu não foi para casa perdoado e o publicano sim. A razão disto acontecer é simples: o publicano reconhece que é pecador e o outro não. Isto faz com que Jesus possa afirmar que as prostitutas e os publicanos precedem os outros no Reino dos Céus. Esta é a primeira parte da sua mensagem. E isto tudo é legitimado pelo facto de Jesus ser o Messias. Logicamente que isso vai contra algumas autoridades, como por exemplo as do Templo.
– Como é que Jesus, sendo criado por um carpinteiro, numa família pobre, tinha os conhecimentos necessários para interpretar as escrituras? Onde foi instruído?
- Isso é algo que numa cultura, como por exemplo as de algumas sociedades católicas, se torna chocante, porque a aquisição da alfabetização e dos estudos escritos não está relacionada com os conhecimentos religiosos. Não se pode ser muito católico, muito religioso e ser analfabeto. Algo que é praticamente impossível numa sociedade como a judaica ou a protestante, onde a religião e a piedade estão ligadas com os estudos de um livro, o que faz com que no judaismo, em que sempre houve uma taxa de alfabetização superior à de outras sociedades, pois se não sabes ler e escrever não podes ler a Bíblia e, além disso, os ensinamentos da Bíblia dão-se na mesma Sinagoga e noutra língua. Assim sendo, uma pessoa muito humilde, e a história do tempo de Jesus tem muitos exemplos, pode ser muito instruída no que chamaríamos de teologia. A situação economicamente débil não significa que não se tenha educação.
– Refere na sua obra que existem várias teorias que negam a concepção virginal de Jesus: Maria pode ter sido violada, ter tido relações sexuais antes da menstruação ou mesmo relações extra-conjugais. Em que tese acredita mais?
- Acredito que todas essas teorias são novelas. Tentam explicar algo que só se pode explicar de uma forma milagrosa. Teorias muito sofisticadas mas que não têm fundamentação. Como historiador tenho que contar a existência dessas teorias mas acredito que, tendo em conta o que sabemos, não podemos ir mais além. Há uma referência clara no Evangelho de Mateus, que destaca que a concepção de Jesus foi virginal, referindo ainda uma profecia do Livro de Isaías. Uma pessoa que acredite na Bíblia tem de aceitar que a concepção foi virginal. Tentar explicar isso recorrendo a teses como a de um pai romano, as relações sexuais anteriores, a violação... Parece-me novela e não uma investigação histórica.
– Há uma outra teoria, defendida por alguns historiadores, em que é afirmado que Jesus terá casado com Maria Madalena...
- Isso é uma estupidez, um disparate. Não temos nenhuma referência histórica de que Jesus fosse um homem casado. Se ele tivesse casado sabe-lo-íamos pois, no caso do judaismo, não existia praticamente o celibato, era normal que as pessoas se casassem, até mesmo os rabinos. Não exista nada nesse sentido.
– Neste livro diz que, ao longo dos anos, foi feita uma má interpretação da Bíblia, que existiam duas Maria Madalena: a prostituta e irmã de Lázaro. Como ocorreu a deturpação das personagens de forma a que se acreditasse que se trata da mesma pessoa?
- Os evangelhos são muito claros relativamente a Maria: é uma personagem que está relacionada com Lázaro e que João, a certa altura, refere que esta tinha vários demónios e que Jesus a curou. É também uma das primeiras pessoas que o vê ressuscitar. Isto é o que sabemos de Maria. Historicamente quis-se identificar Maria com a prostituta que lava os pés de Jesus. Mas nos evangelhos não há nada disso. A identificação das duas personagens não parte da Bíblia, é uma interpretação posterior. Além de que é praticamente impossível que o seja. A família de Lázaro é uma família rica, não existindo referências de que Maria se comportasse dessa forma. É uma interpretação errónea.
– Poderá ter sido porque ambas lavam os pés a Jesus e os secam com o seu cabelo?
- Sim, penso que é isso. Apesar de serem dois episódios diferentes. Uma quando Jesus se encontrava na casa de um fariseu e outro antes da Última Ceia. Pode ter sido esta origem do engano, apesar de, qualquer pessoa que leia com atenção os textos dos Evangelhos, veja que são dois episódios diferentes.
– Antes da traição de Judas, Jesus já sabia que este se desviara do caminho dos restantes apóstolos há um ano, que roubava e se sentia desiludido com as acções do seu Mestre. Sabendo isto, porque não o tentou trazer de volta para a harmonia do grupo?
- Penso que Jesus tentou até ao último momento que Judas volte atrás. Mesmo no último encontro entre ambos, em Getsémani, dirige-se a Judas como amigo, até ao último instante tenta dar-lhe a mão. O problema de Judas é o de uma pessoa magoada por estar desiludida. A prova está na quantia que recebe para atraiçoar Jesus, quase ridícula. É o salário de um mês de um jornaleiro, 30 moedas de prata. Aí se verifica o quão decepcionado estava, e mesmo assim Jesus dá-lhe a oportunidade de voltar.
– Judas apercebe-se do seu erro apenas quando Jesus é detido, devolve o dinheiro e enforca-se. Acredita que ele se arrependeu das suas acções?
- Não me parece que assim seja. Acredito que ele seja uma pessoa que vê que a sua mágoa o levou demasiado longe.
– Na obra revela que o governo de Pôncio Pilatos era caracterizado por ser corrupto, violento e com execuções sem julgamento. No entanto, quando vê que Jesus está inocente tenta libertá-lo. Porque esta demonstração de algum sentido de Justiça?
- Não se trata de uma mudança por parte de Pilatos. É algo que encaixa muito bem nele. Ele não pode permitir que o Sinédrio lhe diga o que tem de fazer. Tenta manter a autonomia do seu poder, como se dissesse 'Não vou entrar nesses jogos de poder. Sou demasiado importante como governador romano para entrar nisto'. Tenta enviar Jesus a Herodes e evitar que o executem mas, no final, a forma de governação corrupta de Pilatos continua, porque quando se vê ameaçado decide que irá acabar com a vida de um inocente. No fundo, o que tentou mostrar foi que se tratava de um poder independente, e acima de tudo alguém que odeia as autoridades do templo, pois quando Herodes lhe devolve Jesus sem o julgar, ficou amigo do rei. Nesse momento, ambos perceberam que odiavam as autoridades do Templo.
- De acordo com as conclusões do seu livro, muitos cristãos não seguem os Dez Mandamentos, pois prestam culto às imagens de Jesus e de santos, quando devem louvar apenas um Deus...
- Esse é um mandamento muito claro. Se consultarmos a Bíblia, no capítulo 20 do Livro do Êxodo, podemos ver os Dez Mandamentos, sendo que nos versículos 4 e 5 está a proibição de prestar culto às imagens. Jesus defendia isso. Não se conhecem imagens cristãs durante o século I. E, mesmo no século II, os aparecem alguns desenhos nas catacumbas que não são imagens de culto mas sim símbolos, como o lírio, a âncora, etc..
- Como vê o poder que a Igreja Cristã detém actualmente no Mundo?
- Jesus é muito crítico quanto ao poder. Uma das tentações diabólicas que enfrenta é exactamente a do poder. Há um determinado momento em que ele faz ironia ao afirmar que 'os reis dominam sobre nações, e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores, mas vós não sereis assim'. Penso que há uma incompatibilidade entre o domínio, o poder e o facto de se seguir Jesus.
- Conhece Fátima, em Portugal? Em torno da cidade existe um grande comércio religioso. Pode comparar-se aos comerciantes que estavam no Tempo na época de Jesus e que este expulsou, de forma a ‘limpar’ a casa de seu Pai?
- É algo totalmente contrário aos ensinamentos de Jesus. Na passagem do Templo ele afirma que é uma casa de oração e que o converteram num covil de ladrões. Provavelmente aquelas pessoas não roubavam e vendiam objectos religiosos, mas para ele era claro que tal não podia ser. Também porque a oração que Jesus ensina [Pai Nosso] é uma oração íntima, não é uma repetição contínua de orações. Não se trata da exibição da oração mas de entrares no quarto e, em segredo, dirigires-te ao Pai, que te escuta e ouve. Não visitei ainda Fátima mas conheço. Não é muito diferente de outras partes no resto do Mundo.
- Defende que Jesus tinha quatro irmãos e, pelo menos, duas irmãs. Quando se referem esses irmãos no Novo Testamento não poderá ser no sentido de muito amigos, que o seguem por toda a parte?
- Não, porque as palavras não as diz Jesus. O texto que aparece em Mateus 13, 54-55 e em Marcos 6, 3-4, refere que são os vizinhos quem o diz. Os vizinhos conhecem os irmãos e as irmãs. E, realmente, existem palavras para parentes ou primos que são distintas das que indicam irmãos. Mas, além disso, há um ou facto importante: num apêndice do livro, juntei 52 profecias messiânicas que se cumprem em Jesus. Uma das profecias, que recolhi no Salmo 68, o mesmo onde diz que ele se irritaria com os que comerciavam na casa de Deus, é dito que os filhos da sua mãe não acreditarão nele. Penso que essa profecia também se cumpre.
– O livro apresenta muitas referências bíblicas e, certamente, requereu muita análise. Mas há quem afirme que alguns dos livros que constituiam a Bíblia foram retirados da mesma ao longo da História...
- Não penso que seja verdade. Há circunstâncias que comprovam o que digo. Por exemplo, a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, de Qumran, mostram a exactidão do texto bíblico que temos, relativamente ao Antigo Testamento. E o mesmo sucede com o Novo Testamento. No meu próximo livro apresento as variantes que aparecem em alguns manuscritos, que deixa isso bem claro.
- Jesus é condenado à morte porque os sacerdotes temiam que os romanos, ao ouvir falar de um Messias, destruíssem o Templo de Jerusalém. Esperavam o Filho de Deus, mas quando este aparece desprezam-no para se salvarem?
- Isso acontece muito nos Evangelhos. Por exemplo, quando Jesus chega a Gesara e cura um endemoniado que vivia no cemitério. Aqueles que tinham visto durante anos o homem possuído, a quem não conseguiam prender nem com correntes, disseram a Jesus que se fosse embora.
– Mesmo com todos os milagres que lhe são atribuídos, como não o reconheceram como sendo o Messias?
- O problema é que, em muitos casos, a própria sensação de auto-justificação e de bondade própria fazem com que fechemos a porta de vez. Esse é um grande problema. Se acreditas que tens a chave do Reino dos Céus, e que és tu quem abre e fecha a porta de Reino, é muito difícil que escutes o Messias. No capítulo 23 de Mateus, Jesus diz que eles têm a chave do Reino dos Céus e não entram nem deixam entrar outros, penso que é feita uma descrição muito triste mas também muito exacta dessa situação.
– Apesar dos receios da destruição do Templo, este chega mesmo a ser destruído, 40 anos após a morte de Jesus...
- Considero esse outro ponto importante. Primeiro há gente que considera que a sua estrutura religiosa é o mais importante do que Deus. Mas isso não significa que a mesma vá durar. E penso que este é um caso muito claro.
- Acredita que o Filho de Deus vai voltar?
- Sim. Mas não sei quando.
– Acha que o Mundo estará preparado para o receber?
- Essa é uma pergunta que Jesus faz também, no Evangelho: 'Quando o Filho do Homem voltar à Terra, encontrará fé?' Eu penso que haverá pessoas que estarão preparadas e outras que não.
– O seu próximo livro será publicado nos EUA. Apenas estará disponível nesse país?
- Não. Será publicado pela editora americana Thomas Nelson mas será distribuído por toda a hispano-américa e também estará disponível em Espanha.

(*)PERFIL
César Vidal nasceu em Madrid, em 1958. Licenciado em Direito e doutorado em História, Teologia e Filosofia, leccionou em várias universidades da Europa e dos EUA. Tem publicadas mais de cem obras.

Notícias Cristãs com informações do Correio da Manhã

SOU ÉTICO! Cito as fontes. Copiado do Site Notícias Cristãs. Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/02/jesus-foi-judeu-desde-que-nasceu.html#ixzz1FDlS1IHA
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Biblioteca Cristã

BUSCANDO LIVROS



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PROCURANDO AUDIO GOSPEL

Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura - Marcos 16:15

O GospelDownloads é um meio de ensino gratuito da palavra de Deus, o qual utiliza música voltada produzida para a evangelização, de acordo com o mandamento bíblico: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho..."

Neste site nao contem nenhum material, Todos sao links enviados por usuarios e parceiros que sao apontados para outros sites, e com fins exclusivamente didáticos de ensino da palavra de Deus e sem visar lucro algum.

http://www.gospeldownloads.org/




ADORADOR DE DOIS ANOS

EM MEIO A TANTAS NOTICIAS, ENTEDIANTES??????????????

Buctot família cantando "Deus vai cuidar de você" durante o nosso programa AY.
Baby "Danclride" pode realmente cantar adorável.
Ele Tinha 2 anos idade quando a família cantava essa música.
Adicionado em 27/2/2010
1.236.741 exibições




Impossível não sentir a GLÓRIA de Deus nesse
pequenino adorador ... Ao qual com certeza DEUS está cuidando.
Pequeno em tamanho mas um Grande Adorador.
Aleluia, o Senhor cuida de nós .
Pr Israel

Por aumento de 28%, policiais civis do Distrito Federal dão início a greve de 72 horas

Por aumento de 28%, policiais civis do Distrito Federal dão início a greve de 72 horas

Alex Rodrigues
AGÊNCIA BRASIL

Policiais civis do Distrito Federal iniciaram na manhã desta quarta (23) uma greve de 72 horas. Eles reivindicam dos governos federal e distrital a reestruturação da carreira. Segundo o sindicato que representa a categoria (Sinpol-DF), até as 8h do próximo sábado (26), somente serão efetuadas prisões em flagrante (exceção aos crimes de menor gravidade) e registradas as ocorrências relacionadas a mortes, flagrantes e remoção de cadáveres de vias públicas. Investigações também serão paralisadas e as delegacias especializadas não irão funcionar durante o período.

De acordo com o Sinpol-DF, o governo federal tem demonstrado descaso com as reivindicações dos policiais, já que, segundo a entidade, os recursos do Fundo Constitucional criado com a finalidade de custear a segurança pública no Distrito Federal são mais que suficientes para suportar o aumento salarial de 28% que a categoria pede.

Segundo a assessoria da entidade, há três anos os salários dos policiais do Distrito Federal não são reajustados. Além disso, o governo distrital já teria concordado em conceder o reajuste, mas o governo federal não aceitou a reivindicação.

O início da greve foi aprovado ontem (22) à tarde, durante uma assembleia que, segundo o Sinpol-DF, reuniu cerca de 2 mil policiais no Parque da Cidade, na região central de Brasília. "Se continuarmos dando prazos ao governo federal, nada vai acontecer. É inadmissível a forma como estamos sendo tratados e, a partir de agora, os movimentos serão constantes até sermos atendidos", afirmou durante o ato o presidente do sindicato, o também deputado distrital Wellington Luiz (PSC).

A próxima assembleia, em que os rumos da paralisação serão avaliados, só deve ocorrer daqui a uma semana, no próximo dia 3.

Em nota divulgada ontem à tarde, a direção-geral da Polícia Civil do Distrito Federal garantiu que todas as medidas para que os serviços essenciais sejam preservados serão adotadas para que a população não seja prejudicada.

União estável

União estável

TJ-RS inclui parceira de segurado em plano de saúde

A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça gaúcho manteve a inclusão da companheira de um segurado do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPERGS) como seu dependente junto ao plano de saúde gerido pelo Instituto. A decisão unânime confirmou sentença da 1ª Vara Cível da Comarca de Santa Maria. Cabe recurso.

A apelação foi interposta pelo IPERGS. O argumento foi o de que, de acordo com a Lei Complementar Estadual nº 12.134/04, para ser considerada dependente do segurado, é necessário comprovar a condição de companheiro há mais de dois anos — o que não teria ficado patente nos autos.

A Justiça destacou que, para o novo regramento disciplinado na Lei Complementar Estadual nº 12.134/04, o art. 5º da referida legislação elenca o rol de possíveis dependentes do segurado. O art. 5º diz: "Para efeitos desta Lei Complementar, o segurado poderá requerer a inscrição no Plano IPE-Saúde, na condição de dependente, quando devidamente qualificado: III – do convivente, independentemente da identidade ou oposição de sexo, que mantenha relação de fato com o segurado caracterizada por período superior a 2 (dois) anos ou por filho em comum".

Para o relator, o autor preencheu os requisitos legais, comprovando a união estável com documentos que demonstraram que ele residia com sua companheira desde o ano de 2004. ‘‘Está amplamente demonstrada a existência de união estável hábil a amparar a inclusão da companheira da parte autora como dependente junto ao IPE-Saúde’’, concluiu o magistrado. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RS.

VIOLÊNCIA E CRIMINALIDADE SE COMBATEM COM DESARMAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA? O NORDESTE PROVA QUE NÃO!

24/02/2011
VIOLÊNCIA E CRIMINALIDADE SE COMBATEM COM DESARMAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA? O NORDESTE PROVA QUE NÃO!

Veículo: Agência Viva Brasil

link do veículo: www.movimentovivabrasil.com.br


O Ministério da Justiça e o Instituto Sangari divulgaram nesta quinta-feira o Mapa da Violência 2011, com os dados sobre violência no Brasil até 2008. Os dados, no entanto, não são nem um pouco favoráveis. O País volta a ter em 2008 mais de 50 mil homicídios anuais, atingindo assim o mesmo patamar registrado em 2003.


São Paulo foi o grande campeão no combate à violência. Hoje, o Estado - que totaliza 11% dos habitantes do País - apresenta 40% da população carcerária nacional. O investimento feito pelos sucessivos governos estaduais na última década, principalmente no policiamento e prisão de criminosos refletiu diretamente na média nacional, jogando-a para baixo.


Por outro lado, ao analisarmos a região Nordeste, encontramos a quebra de dois paradigmas que durante anos foram base de estudos, debates e campanhas: os de que violência e criminalidade são combatidas com desarmamento da população e distribuição de renda.


Mesmo apresentando, de acordo com dados da Polícia Federal, o menor número de armas legais do País, e tendo sido a região com o maior desenvolvimento econômico do país, o Nordeste tem hoje as mais altas taxas de homicídios e de violência em geral.


Para o especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, o resultado não deve causar estranheza. “Durante anos muitos especialistas apontaram o desarmamento da população e a distribuição de renda como fatores primordiais para a queda da criminalidade violenta, o que sempre foi um erro. Não há País no mundo em que se tenha reduzido o crime com essa fórmula. E isso era esperado por nós.”


Para agendamento de entrevistas com o especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, favor entrar em contato.




MAS O QUE DE FATO SE ESCCONDE NO DESARMAMENTO DA POPULAÇÃO:


http://www.sitelevel.com/query?query=desarmamento&slice_title=Neste+Site&B1=Localizar+Agora&crid=4f1f8bec312c8053



O Desarmamento da População Foi Realizado à Força na Austrália Anos Atrás. Os Resultados o Deixarão Assustado!
http://www.sitelevel.com/click?url=http%3a%2f%2fwww.espada.eti.br%2fn1329.asp&sid=y01bKZgvQVeOhK8Y



Acordo Nuclear com a Coréia do Norte É Enganoso, Pois Prevê Desarmamento Apenas Temporário
http://www.sitelevel.com/click?url=http%3a%2f%2fwww.espada.eti.br%2fn2190.asp&sid=y01bKZgvQVeOhK8Y



O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento — Prepare-se para um choque ao ver o quanto sua vida está sendo sistematicamente manipulada!!
http://www.sitelevel.com/click?url=http%3a%2f%2fwww.espada.eti.br%2fn1055.asp&sid=y01bKZgvQVeOhK8Y



Estrategistas Árabes Estão Usando a Preocupação do Ocidente com o Programa Nuclear Iraniano Como um Modo de Forçar Israel a Abrir Mão de Seu Arsenal Nuclear!
http://www.sitelevel.com/click?url=http%3a%2f%2fwww.espada.eti.br%2fn2385.asp&sid=y01bKZgvQVeOhK8Y




LEIA MAIS EM TIRE SUAS COCLUSÕES:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:http://www.espada.eti.br/assinante.htm

EM BANDEIRANTES

EM BANDEIRANTES
By P5-18º BPM - 25/02/2011


Em data de 24 de Fevereiro de 2011, entre os horários de 19:00hs e 00:00h, o Promotor de Justiça da Cidade de Bandeirantes Dr. ALFREDO CHEREM NETO, participou da Operação Arrastão que fora comandada pelo Cap QOPM BUSNELLO, Cmt da 2ª Cia/ 18º BPM.
Realizaram buscas em bares, casas noturnas, veículos e pessoas suspeitas, vindo a lograrem êxito na prisão de 4 (quatro) pessoas por porte de entorpecente e 1 (uma) por encontrar-se com Mandado de Prisão em aberto.

O Cmt 2ª Cia destacou que foi muito importante a presença do Dr. Alfredo junto a operação, pois assim ele poderá, em seu trabalho, aliar a parte teórica ( Termo Circunstanciado, Inquéritos e etc…) á parte pratica, ou seja, ao dia-à-dia do que vivem os Policiais Militares nas ruas, observando ainda as abordagens e as reações diversas das pessoas abordadas e presas.

Nossos sinceros Parabéns ao ilustre representante do Ministério Público, Dr. ALFREDO CHEREM NETO, que “de arma em punho”, tem sido parceiro da Policia Militar, no combate a criminalidade.

Seção de Comunicão Social do 18° BPM
1° Ten. Daner – Oficial P/5
Sd Contardi – Auxiliar P/5

Forças de segurança terão ações integradas

Forças de segurança terão ações integradas

Forças de segurança municipais, estaduais e federais se reuniram, nesta quinta-feira (24), no primeiro encontro de 2011 do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) de Segurança Pública de Curitiba.

Parceria da Prefeitura com o Ministério da Justiça, por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), o GGI é um espaço de identificação de prioridades no combate à criminalidade e elaboração de ações conjuntas pelas diversas forças de segurança pública.

O secretário municipal da Defesa Social, Nazir Abdalla Chain, explicou que, a partir da posse do governador Beto Richa no início do ano, a expectativa é de que a atuação do GGI torne-se ainda mais efetiva.

“Estas reuniões mensais são fundamentais para que possamos estabelecer ações coordenadas de combate à criminalidade nas áreas de risco, sempre seguindo o modelo estabelecido pelo Ministério da Justiça”, disse Chain.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, afirmou que as conversas com o prefeito Luciano Ducci têm sido constantes para tratar do tema. “Temos que reconhecer o esforço do prefeito em garantir a tranquilidade dos moradores da capital. Não vamos, em momento algum, nos eximir da obrigação de combater a criminalidade”, afirmou.

Além da Secretaria da Defesa Social, estão envolvidos no projeto as secretarias Antidrogas Municipal, do Governo, do Esporte e Lazer e da Educação, a Fundação de Ação Social, Instituto Municipal de Administração Pública (Imap), Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e a Urbanização de Curitiba S/A, (Urbs), Ministério Público do Paraná, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Justiça Federal, Exército e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Investimento – Em novembro do ano passado, a Prefeitura investiu R$ 220 mil na nova sede do GGI, no Edifício Delta, Alto da Glória. Até então, o gabinete estava instalado provisoriamente e em funcionamento há dois anos no Instituto Curitiba de Informática (ICI).

O novo e moderno espaço conta com sala de reuniões do pleno, observatório de segurança pública (análise criminológica em parceria com a UFPR), sala de situação (videomonitoramento) e ambiente de instrução.

Subsídios para policiais

Subsídios para policiais


O deputado federal e delegado, Fernando Francisquini (PSDB), vai convocar o presidente nacional e do estado do Rio de Janeiro do PTC (Partido Trabalhista Cristão), Daniel Sampaio Tourinho, para prestar esclarecimentos sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI-4504/10). A ação, protocolada pela direção do partido, impede a regulamentação da Emenda 29 (PEC 64), que garante subsídio aos policiais civis, militares e bombeiros do Paraná.
A informação é do presidente do Sinclapol, André Gutierrez, ao participar, nesta semana, de várias reuniões com parlamentares, em Brasília, para discutir assuntos ligados à segurança pública. Na Câmara dos Deputados, Gutierrez acompanhou ainda o manifesto organizado pelas categorias policiais do país, para a aprovação da PEC 300/446 – outra proposta, em nível nacional, que assegura piso salarial aos profissionais da área de segurança.

Frente Parlamentar Evangélica quer avaliar "kit gay" do MEC

Frente Parlamentar Evangélica quer avaliar "kit gay" do MEC



Postado em Polêmica, Política, Sexualidade às 15:57


O recente aval da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) ao kit anti-homofobia desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) acrescentou um capítulo à discussão sobre o projeto, que ainda está em fase de análise.
A proposta é combater a discriminação a gays, lésbicas e transexuais nas escolas, capacitando professores para lidar com o tema em sala de aula. Mas a notícia de que o material - composto por cartilha, cartazes, folders e vídeos educativos - seria distribuído em 6 mil instituições de ensino da rede pública, eriçou o pelo de segmentos mais conservadores, que não tardaram a demonstrar descontentamento. Manifestações contrárias se disseminaram na internet e no próprio Congresso Nacional.
Presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) - formada por 71 parlamentares, três deles, senadores -, deputado João Campos (PSDB-GO), conta a Terra Magazine que foi feito requerimento ao MEC, pedindo um exemplar do kit. A ideia é examinar o material para verificar se a denúncia de que faz "apologia à prática homossexual" - principal argumento dos opositores - procede de fato. A razão de tanta desconfiança, justifica Campos, está nos "precedentes".
- Temos experiências anteriores por parte do governo do então presidente Lula em que material que era confeccionado com determinado propósito e, quando depois tomávamos conhecimento, ia muito além daquilo - afirma, insinuando que a comunidade homossexual tem sido privilegiada pelo Executivo federal na comparação com outras minorias.
- Aonde está a política do governo em relação aos outros segmentos? Esses outros segmentos também não sofrem discriminação? Graças a Deus, a sociedade brasileira não é altamente discriminatória. Nem a gays, nem a religiosos, nem a idosos, nem a ciganos. Temos ocorrência de discriminação aos diversos segmentos, mas isso não é uma situação com tanta frequência como em outros países. Todavia, ela ocorre. E, ocorrendo, o governo deve estabelecer uma política pública adequada em relação aos diversos segmentos, e não apenas a um. Fazendo em relação a um, quem sabe, seja só o início. Mas por que não ampliar?
Sobre outros temas polêmicos, como o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122), desarquivado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) e a regulamentação da união civil entre casais do mesmo sexo, que vai ganhar novo projeto, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica sinaliza que a resistência às matérias vai seguir firme e o debate deve avançar menos do que o esperado.
Para ele, o PLC 122, apelidado pelos críticos de "mordaça gay", "fere a liberdade de expressão". "Você não pode emitir um conceito. Você não pode dizer o que pensa acerca do homossexual, mas você pode dizer o que pensa acerca da prática política, acerca da prática religiosa... Não é crime", ironiza.
Já a união civil homossexual é considerada pelo deputado como "flagrantemente inconstitucional".
- A Constituição Federal, no artigo 226, ao tratar da união civil estável, é clara, não depende de interpretação. Ela se refere à união estável entre homem e mulher - diz, enfático.

Confira a entrevista.

Como a Frente Parlamentar Evangélica vai se posicionar em relação ao kit anti-homofobia desenvolvido pelo MEC? O material recebeu, recentemente, avaliação favorável da Unesco.

João Campos - Eu não conheço a manifestação da Unesco. Gostaria de conhecer para me pronunciar. Ainda não tive oportunidade de lê-la.
A atitude da Frente Parlamentar Evangélica é de prevenir. Não conhecemos o kit. Fizemos um requerimento ao ministro da Educação (Fernando Haddad), pedindo um exemplar do material para que possamos, através da nossa assessoria, examiná-lo. Queremos ver se esse kit tem apenas esse alcance ou vai além disso.
Temos experiências anteriores por parte do governo do então presidente Lula em que material era confeccionado com determinado propósito e, quando depois tomávamos conhecimento, ia muito além daquilo.

Como por exemplo?
Houve um momento em que o Ministério da Saúde editou uma cartilha para prevenir doenças sexualmente transmissíveis e a cartilha era uma apologia ao sexo livre, uma cartilha inteiramente pornográfica. Se estivesse numa banca de revistas, ficaria lacrada. Entretanto, o governo estava distribuindo nas escolas.
É claro que nos posicionamos. Somos a favor de políticas que previnam as doenças sexualmente transmissíveis, mas chegamos à conclusão de que o conteúdo do material tinha outro alcance. Estimulava, quem sabe, a prostituição.
Houve outro momento em que o governo editou um folder também para prevenir doença sexualmente transmissível, me parece que voltado para homossexual, em que o material era uma apologia, uma incitação à prática do homossexualismo (sic). Não dá.
Em função desses precedentes é que estamos nos prevenindo. Queremos saber quem elaborou o kit, qual foi a rubrica que pagou, quais os dados que o Ministério da Educação tem para editar este material. Se o ministério está com material só para prevenir a discriminação em relação à comunidade homossexual ou se também em relação a outras minorias na sociedade, como por exemplo os ciganos, quilombolas, deficientes físicos, idosos. O governo não pode adotar uma política pública em relação a um segmento e deixar de adotar em relação a outros segmentos que sofrem do mesmo mal.

No entedimento do senhor, o governo privilegia a comunidade homossexual?
Estamos requerendo as informações para poder fazer essa avaliação. Primeiro: se o material proposto está dentro de uma visão pedagógica, dentro daquilo que foi anunciado, se é tão somente para prevenir a homofobia ou se vai além disso, fazendo apologia ao homossexualismo (sic), induzindo à prática homossexual.
O ponto dois é que queremos avaliar as políticas do governo em relação às diversas minorias que há na sociedade brasileira. Queremos avaliar se está sendo privilegiado apenas um segmento da sociedade. Até porque, um outro dado recente nos levou à reflexão. Em dezembro último, o então presidente Lula assinou um decreto, criando um conselho nacional contra a discriminação. Esta era a ementa do decreto, e nós aplaudimos. Só que, quando fomos examinar o conteúdo, vimos que não continha absolutamente nada sobre a discriminação às pessoas em geral ou pelo menos das outras minorias. O decreto trata única e exclusivamente da composição do conselho nacional contra discriminação a gays, lésbicas, travestis, transexual.

Então, o senhor acha que neste caso houve privilégio?
Não acho. Eu tenho convicção. O presidente editou o decreto com todas as letras. Aonde está a política do governo em relação aos outros segmentos? Esses outros segmentos também não sofrem discriminação? Graças a Deus, a sociedade brasileira não é altamente discriminatória. Nem a gays, nem a religiosos, nem a idosos, nem a ciganos.
Temos ocorrência de discriminação aos diversos segmentos, mas isso não é uma situação com tanta frequência como em outros países. Todavia, ela ocorre. E, ocorrendo, o governo deve estabelecer uma política pública adequada em relação aos diversos segmentos, e não apenas a um. Fazendo em relação a um, quem sabe, seja só o início. Mas por que não ampliar? É uma pergunta que nós temos.

Em relação ao kit anti-homofobia, uma das justificativas do MEC para elaborar o material foi a constatação, por meio de pesquisas, de que as escolas são ambientes hostis para estudantes homossexuais. Como o senhor vê iniciativas como essa no sentido de minimizar a discriminação aos homossexuais?
Aplaudimos toda e qualquer iniciativa no sentido de minimizar a discriminação a homossexuais, a religiosos, ciganos, negros, quilombolas. Essas iniciativas não podem vir desvirtuadas, vir com vícios, direcionadas apenas a um segmento.
Esse dado que o MEC diz que tem é outro dado que precisamos conhecer. Que instituto fez a pesquisa? Ela foi feita onde? Quais as escolas? Sabemos que existe discriminação, não só na escola, mas não só a homossexuais. Por que não também uma pesquisa que possa medir a discriminação a religiosos? A espíritas, a ciganos? O Estado não é um Estado de todos? Parece que o governo tem compromisso apenas com uma minoria daquelas que compõem a sociedade brasileira.

O senhor mencionou um folder desenvolvido pelo governo federal que faria apologia à homossexualidade. O que na avaliação do senhor significa induzir, fazer apologia a práticas homossexuais?
Estimular, propagar...

O senhor pode me dar um exemplo?
Um exemplo? Esse material. O governo com dinheiro público confecciona um material que faz toda uma mídia em favor dessa prática. Incentivando, induzindo.

Como a Frente Parlamentar Evangélica vai se posicionar em relação a outros temas polêmicos, como o PLC 122 e o projeto da união civil entre casais do mesmo sexo, que voltarão a ser discutidos no Congresso?
O posicionamento que sempre tivemos. Não somos contra a criminalização da homofobia, assim como não somos contra a criminalização de qualquer outra conduta discriminatória à pessoa humana. Agora, o PLC 122 que está no Senado, na nossa análise, não é constitucional. Ele fere princípios fundamentais da Constituição brasileira. Se o Senado corrigir essas imperfeições de natureza inconstitucional, aí terá nossa aprovação.
Mas um dos princípios que ele fere é o da liberdade de expressão. Você não pode emitir um conceito. Você não pode dizer o que pensa acerca do homossexual, mas você pode dizer o que pensa acerca da prática política, acerca da prática religiosa... Aí, não é crime.

E o que se refere à união civil entre casais do mesmo sexo?
O projeto da união civil de pessoas do mesmo sexo, chamado de casamento gay, é flagrantemente inconstitucional. A Constituição Federal, no artigo 226, ao tratar da união civil estável, é clara, não depende de interpretação. Ela se refere à união estável entre homem e mulher. Como um projeto de lei infraconstitucional pode dispor diferente daquilo que a Constituição dispõe? Não precisa ser um jurista clássico. Basta ser um acadêmico de Direito para ter essa compreensão dentro do princípio da hierarquia das leis. A lei menor não pode contrariar a lei maior.

Mas no meio jurídico, uma das discussões é que o Direito precisa acompanhar as mudanças que acontecem na sociedade. O senhor não acha que seria o caso de fazer uma reavaliação?
Concordo. Sou bacharel em direito, especialista em direito constitucional. Então, o primeiro passo é aprovar uma emenda constitucional, e não um projeto de lei, que não pode alterar a Constituição.
Se a maioria do Parlamento entender que precisa aprovar uma emenda constitucional desta natureza, significa dizer que a maioria da sociedade então já evoluiu a esse ponto. Se a maioria do Congresso Nacional entender que precisa rejeitar, reprovar essa proposta, significa dizer que a maioria da sociedade não tem essa compreensão, ainda não está no estágio de evoluir a esse ponto. É o processo democrático.

Notícias Cristãs com informações do Jornal do Brasil

SOU ÉTICO! Cito as fontes.
Copiado do Site Notícias Cristãs.
Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/02/frente-parlamentar-evangelica-quer.html#ixzz1F6M3B8IH

Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Projeto obriga empresas de energia a ressarcir consumidores em R$ 7 bi

24/02/2011 16:53

Projeto obriga empresas de energia a ressarcir consumidores em R$ 7 bi

Proposta em tramitação na Câmara quer obrigar as concessionárias de energia elétrica a devolver cerca de R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores nas contas de luz entre 2002 e 2009, conforme apurou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Tarifas de Energia.

A medida faz parte do Projeto de Decreto Legislativo 10/11, dos deputados Eduardo da Fonte (PP-PE) e Weliton Prado (PT-MG), que susta o ato 3.872/10, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela legalização da cobrança. “É necessário que o Congresso Nacional intervenha para coibir esse calote que foi praticado pela Aneel”, afirmam.

Erro de cálculo
Entre 2002 e 2009, um erro no cálculo dos reajustes das tarifas de eletricidade aumentou de forma inadequada o valor cobrado dos consumidores. A Aneel reconheceu que houve erro no cálculo, mas decidiu que essa correção não poderia retroagir aos valores já cobrados nos anos anteriores pois, ainda que equivocado, o cálculo estava previsto em contrato. É essa decisão que os deputados pretendem derrubar.

“Não interessa se as concessionárias não tiveram culpa da cláusula contratual ilegal. O que importa é que esses contratos permitiram que as distribuidoras de energia elétrica recebessem mais do que era devido. Isso por si só é suficiente para obrigar as empresas a devolver o que receberam indevidamente”, justificam os deputados.

Para tentar derrubar a decisão da Aneel, os parlamentares vão se valer de uma previsão constitucional que dá ao Congresso o poder de sustar os atos do Executivo que exorbitem o poder regulamentar ou os limites previstos na legislação.

Weliton Prado e Eduardo da Fonte argumentam que, ao legalizar a cobrança indevida, a agência violou limites impostos pela Constituição, que obriga as concessionárias de serviços públicos a reparar os prejuízos causados aos usuários; e também pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que garante ao consumidor o direito de ser ressarcido sobre valores pagos a mais; entre outras leis.

Tramitação
Sujeito à análise do Plenário, o projeto ainda não foi distribuído às comissões técnicas.
Íntegra da proposta:

* PDC-10/2011 - http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=493318

Reportagem - Carol Siqueira
Edição - Regina Céli Assumpção

http://www2.camara.gov.br/agencia

Capitão Assumção: PEC 300 fica para março

Capitão Assumção: PEC 300 fica para março: "quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PEC 300 fica para março


Reajuste de policiais voltará a ser debatido na Câmara em março
Comissão tentará desatar nó em torno do piso nacional da categoria, que pode gerar despesa de R$ 43 bilhões.

Engavetada desde o ano passado na Câmara, a Proposta de Emenda Constitucional que cria um piso nacional para os salários de policiais militares e bombeiros (PEC-300/08) deverá voltar aos corredores do Legislativo em março, com a criação de uma comissão especial anunciada pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), e que prevê a participação de governadores.

'Já está definida, vai acontecer', afirma o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da proposta. Ele se diz convencido de que a utilização de um fundo com repasses da União é a melhor alternativa para a PEC ter apoio dos governadores. Mas ressalta que 'temos que começar toda a negociação novamente, teremos que trabalhar', falando sobre como deverão se dar as discussões em um Congresso agora renovado.



A PEC-300 é cercada de polêmica devido aos custos que um reajuste geral pode causar aos cofres federal e estaduais. Estima-se que ela teria um impacto nas contas total de R$ 43 bilhões O piso imaginado pelo projeto era vinculado à remuneração dos militares do Distrito Federal - R$ 4 mil para cabos e R$ 9 mil para tenentes -, a mais alta do país.

A ideia da criação de um fundo de recursos federais veio a partir da pouca capacidade alguns governos estaduais arcar com esses custos. A Secretaria de Segurança Pública do governo de São Paulo gastou, em 2010, R$ 3,2 bilhões com remunerações de militares.

O piso no estado, atualmente, é de R$ 2,2 mil. Já no Rio de Janeiro, se vê um dos pisos mais baixos do país, de R$ 950, enquanto em Sergipe um militar aspirante ganha, em média, R$ 3,1 mil.

Interferência zero

Faria de Sá alega, no entanto, que os custo da PEC não interferirão no corte de R$ 50 bilhões do Orçamento anunciado pelo governo, sendo descontados apenas nas contas da União em 2012. Após alterações, o atual texto da proposta não cita valores para o piso, nem o modo de aplicação do Fundo, o que serão definidos por Projeto de Lei do governo até 180 dias depois de aprovação pelos senadores.

Para o presidente da Associação de Defesa dos Policiais Militares do Estado de São Paulo (Adepom), coronel Luiz Carlos Nogueira, hoje a PEC 300 está 'completamente alterada da original', e para pior. 'Não traz mais vantagens para a polícia'.

A PEC já foi aprovada na Câmara em primeiro turno, em 2010, com apoio dos 349 deputados presentes na votação, mas desde então segue parada na pauta.

'O governo impôs uma série de mudanças ao texto, e sua pressão é muito forte contra o debate', diz o presidente da Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Brasil (Amebrasil), coronel Abelmidio de Sá Ribas.

Segundo ele, as alterações no texto e no governo tornam o futuro da PEC 'uma incógnita'. Ribas acha que um acerto entre militares e governos estaduais é improvável. 'É obvio que eles vão resistir à aprovação.'
Fonte: Brasil Econômico, Papo de PM, Blog da Renata

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

Israel propõe parceria com a PM para a Copa de 2014

Israel propõe parceria com a PM para a Copa de 2014

24/02/2011




Curitiba - O Comandante-Geral da Polícia Militar, Marcos Teodoro Scheremeta, recebeu na quarta-feira (23), a visita do Cônsul Geral de Israel Ilan Sztulman, que esteve acompanhado pelo Diretor de Segurança Institucional da Federação Israelita do Paraná Fernando Brafmann e pelo Gerente de segurança da mesma instituição, Atila Cordova. A reunião teve como objetivo a apresentação, por parte da delegação israelense, de proposta para capacitação de policiais militares do Paraná.
De acordo com o proposto, especialistas em segurança pública daquele país estão dispostos a virem ao Paraná para repassar instruções a fim de capacitar os militares estaduais paranaenses. “Com a proximidade da Copa de 2014, precisamos de capacitação diferenciada já que o Paraná receberá diversas pessoas, de muitos países. Assim, estas parcerias são importantes no sentido de ficarmos preparados para estes eventos, os quais concentrarão elevado número de pessoas”, afirma o Comandante-Geral.
Além da capacitação para os policiais, o Cônsul-Geral propôs a integração de informações para que o trabalho seja mais ágil e dinâmico. “É importante, em segurança pública, que todo mundo fale a mesma língua, tanto no que diz respeito ao trafego de informações de inteligência quanto na comunicação via rádio”, afirma Marcos Scheremeta.
O Comandante-Geral disse que está aberto às parcerias, as quais devem ocorrer conforme diretrizes da polícia militar e da Secretaria de Estado da Segurança Pública. “Tudo será planejado estrategicamente para que possamos trabalhar em conjunto”, disse. Além disso, Marcos Scheremeta lembrou que Israel é referência na área de segurança pública.
“O Bem-Gurion Airport (aeroporto de Tel aviv), por exemplo, possui tecnologia moderna e avançada, além de um controle exemplar. Este aeroporto internacional é considerado um dos mais rigorosos em questão de segurança no mundo”, destaca. Por sua vez, o Consul-Geral disse que “oferece o apoio que a PM precise para o firmamento da parceria em relação à capacitação dos policiais”.
Sztulman também enfatizou que o país está aberto a visitas para o Comandante-Geral, Secretário de Segurança, ou qualquer outra autoridade da área que queira conhecer as tecnologias para possíveis aplicações neste estado. O Comandante-Geral, em contrapartida, disse que a Polícia Militar do Paraná tem todo o interesse em conhecer e até importar experiências.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PM tem déficit de até 30% no efetivo na região norte do Paraná

  • 24/02/2011 às 09:10

    PM tem déficit de até 30% no efetivo na região norte do Paraná

 
O comandante regional da Polícia Militar, coronel Luiz Carlos Menezes Deliberador, afirmou esta semana que há um déficit de até 30% no efetivo da PM nos batalhões distribuídos na região norte do Paraná. Em entrevista à Rádio Paiquerê AM, ele afirmou que o estudo não está concluído ainda, mas que já é possível encontrar nos cinco batalhões (Londrina, Rolândia, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Apucarana) e nas três companhias independentes da PM na região, a falta de pessoal operacional.
Ele disse que para conseguir manter os serviços, irá otimizar o uso do efetivo dentro dos batalhões. E que está trabalhando para conseguir repor o efetivo que deixou os destacamentos.
Dentro desta proposta de otimização dos policiais nas ações, Deliberador citou o fato de usar racionalmente o pessoal nas ocorrências, fazendo uma coordenação melhor do deslocamento das viaturas e dos PMs. E citou como exemplo ações pontuais em áreas mais violentas ou que exigirem uma força maior de soldados.
"Há horários de picos nas ocorrências policiais e o Copom (setor que coordena a distribuição dos atendimentos policiais) terá que fazer melhor a distribuição do pessoal para atender essa demanda", afirmou, lembrando que há casos em que realmente os policiais demoram a atender porque houve uma má distribuição do efetivo nas ocorrências.
Deliberador afirmou que em maio deve haver reforço em todos os batalhões da região e nas companhias independentes. Tudo por conta da conclusão do curso de formação de soldados, no final de abril, o que deve ajudar a minizar a situação.

Cada Nação tem a Polícia que merece!!!!

23 Fevereiro 2011

Cada Nação tem a Polícia que merece!!!!

É assim mesmo!! A polícia tem que fazer o trabalho
sujo para a sociedade e ainda é execrada. 


Quando a população está em perigo, clama por Deus e 
chama a Polícia. Passado o perigo, esquece de Deus
 e amaldiçoa a Polícia!!!! 


Em vez de votarmos em melhores políticos, 
e pressionarmos os mesmos a qualificarem 
e investirem mais na formação de nossos policiais, 
ficamos atacando a Polícia Militar e Civil, 
como se só existisse maus profissionais na Polícia, 
assim como pensam os políticos e a imprensa, 
que acham que todo policial é assassino, 
mas que deve adorar os bandidos, a ponto de 
levá-los para o convívio de seus familiares. 



Temos que acabar com esta inversão de 
valores que afeta nossa sociedade, 
pois desta maneira nunca seremos uma nação civilizada. 
E finalizando, cadeia para os maus profissionais
 de qualquer àrea. se nossas leis fossem mais
rígidas e principalmente cumpridas com rigor,
sobrariam poucos políticos e muitos(cerca de 80%)dos
policiais que deixam de estar com seus familiares
 no dia de seu descanso para fazerem "bico"
e assim poderem sobreviver, devido aos péssimos
salário q recebem e para ficarem longe da corrupção