domingo, 26 de junho de 2011

Investigações sem resultados


Investigações sem resultados

Caso Morro do Boi expõe uma situação gravíssima na polícia do Paraná

as Ações de policiais corruptos reforçam a necessidade da fiscalização externa da atividade investigativa. em ponta grossa, empresário foi vítma de fraude policial



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O empresário e bacharel em Direito, Rogério César Ferreira Ribas, afirma ter certeza que foram os policiais que ‘plantaram’ droga em seu carro
O caso do Morro do Boi que culminou com a prisão de cinco policiais militares, um delegado e um policial civil, no dia 16 de junho, acusados de forjar provas para tentar inocentar Juarez Ferreira Pinto, condenado a mais de 65 anos de prisão pelo crime, expõe uma situação gravíssima na polícia do Paraná. Agentes de segurança pública, na tentativa de beneficiar o principal criminoso, se articularam para produzir provas contra outra pessoa, que não teve envolvimento com o crime. A articulação coloca em dúvida o trabalho da polícia, obrigando que a investigação seja controlada externamente pelo Ministério Público.
A Operação Posseidon foi uma ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar e Civil e teve início assim que a delegacia de Matinhos apresentou Paulo Delci Unfried, 32 anos, como o suspeito mais provável do crime. Osíris del Corso, 22 anos, foi morto e sua namorada, Monik Pegoraro, 23, baleada, na trilha do morro, em Matinhos, em 31 de janeiro de 2009. As investigações demonstraram que os policiais detidos participaram de uma trama criminosa que tinha como meta liberar e inocentar Juarez.
Leia a matéria na integra no JM impresso.

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