domingo, 31 de julho de 2011

29 anos isolado, sem saber que a guerra tinha acabado

29 anos isolado, sem saber que a guerra tinha acabado: "



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Eles são conhecidos como “holdouts”.

Militares japoneses que, sem informações oficiais sobre o término da segunda guerra mundial, continuaram lutando e resistindo em seus postos em algumas ilhas do Pacífico.


Isolados e com comunicação precária (geralmente dependendo de algum bravo mensageiro voluntario ou bilhetes amarrados em vacas ou folhetos jogados por aviões), esses oficiais não cediam nunca porque eram instruídos a (1) resistir a qualquer tentativa de ocupação, (2) não se render e (3) não se matar, sob qualquer circunstância.


Qualquer tentativa de contato era interpretada como armadilha e/ou propaganda do inimigo.


O caso mais famoso é de Hiroo Onoda.


Ficou simplesmente 30 anos isolado e mandando chumbo em quem se aproximasse. Feriu 100. Matou 30. Virou um ermitão assassino, odiado pelos habitantes locais. Não acreditou nem na voz de seu superior, reproduzida em carros de som. Até a mãe dele foi até lá gritar por megafone, sem sucesso. Paranóia total.

Mas o final da história é ainda mais surpreendente.


Em 1974, um estudante japones chamado Nario Suzuki resolve sair de mochila viajando mundo afora e escreve na sua listinha de coisas para fazer “achar Onoda, um panda e o abominável Homem das Neves”. Inacreditavelmente ele entra pela mata e dá mesmo de cara com Onoda. Grita 3 vezes “sou japonês, sou japonês, sou japonês” e por algum motivo qualquer, não é morto. Acaba conseguindo a atenção de Onoda e em uma conversa de horas conta tudo o que aconteceu (imagina esse momento!?) Onoda explica que não poderia abandonar seu posto, somente com ordem de seu superior. O estudante volta então para o Japão e, finalmente localiza o “Major Taniguchi”, que nessa altura está aposentado e virou dono de uma livraria (!).

E em 1975, diante de seu superior, Onoda finalmente se apresenta, impecavelmente uniformizado. Olha só um trecho do livro que ele mesmo escreveu depois, contando sua reação:


“We really lost the war! How could they have been so sloppy?


Suddenly everything went black. A storm raged inside me. I felt like a fool for having been so tense and cautious on the way here. Worse than that, what had I been doing for all these years?


Gradually the storm subsided, and for the first time I really understood: my thirty years as a guerrilla fighter for the Japanese army were abruptly finished. This was the end.


I pulled back the bolt on my rifle and unloaded the bullets. . . .


I eased off the pack that I always carried with me and laid the gun on top of it. Would I really have no more use for this rifle that I had polished and cared for like a baby all these years? Or Kozuka’s rifle, which I had hidden in a crevice in the rocks? Had the war really ended thirty years ago? If it had, what had Shimada and Kozuka died for? If what was happening was true, wouldn’t it have been better if I had died with them?”


Onoda foi perdoado em cerimônia oficial por seus crimes por Ferdinando Marcos, então presidente das Filipinas. Voltou para o Japão, mas não se adaptou as modernices. E adivinha onde foi parar? Veio para o Brasil, criar gado. Casou por aqui.


Em 84 voltou para o japão, onde criou uma escola especial de técnicas de sobreviviencia, para “aumentar a independência e autonomia dos jovens cidadãos japoneses”


(nossa, que post longo. Mas é que a história empolga, desculpa!). Nesse link você encontra mais detalhes dessa história sensacional (+ wikipedia, Google, etc)


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COISAS QUE TODOS PRECISAM SABER A RESPEITO DE UM POLICIAL MILITAR

COISAS QUE TODOS PRECISAM SABER A RESPEITO DE UM POLICIAL MILITAR


30 Julho 2011


1) O POLICIAL MILITAR dorme.
Pode parecer mentira,mas O POLICIAL MILITAR precisa dormir como qualquer outra pessoa. Não adianta ligar pra ele na hora do pega, quando ele estiver dormindo e perguntar: Não tem como dar um jeitinho, ou falar com alguém?;


2) O POLICIAL MILITAR come.
Parece inacreditável, mas é verdade. O POLICIAL MILITAR também precisa se alimentar, por isso nada de olhar torto se por acaso vc ver algum comendo durante o serviço;


3) O POLICIAL MILITAR pode ter família.
Essa não é a mais incrí­vel de todas: Mesmo sendo um POLICIAL MILITAR, a pessoa precisa descansar no final de semana para poder dar atenção a famí­lia, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em polícia, ocorrência, salário, armas, procedimentos e instruções;


4) Ler, estudar também é trabalho.
E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um POLICIAL MILITAR esta em algum curso ele esta se aprimorando como profissional, logo trabalhando;


5) De uma vez por todas, vale reforçar: O POLICIAL MILITAR não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal, pois se você achou não ligue pra Polí­cia, contrate um PARANORMAL. Ele precisa de dados pra atender uma ocorrência, de tempo pra deslocar-se e mais importante, precisa de versões num local de crise e não de um cara petulante falando: 'Você sabe com quem esta falando? ' Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do POLICIAL MILITAR fazer seu trabalho;


6) Em reuniões de amigos ou festas de família, o POLICIAL MILITAR deixa de ser o POLICIAL MILITAR e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas e; ele tem direito de se divertir;


7) Os POLICIAIS MILITARES não são os juí­zes, promotores ou desembargadores, por isso não podem prender e garantir que um bandido fique preso e que cumpra sua sentença. Mas eles concordam;


8) E, finalmente, o POLICIAL MILITAR também é filho de DEUS e não filho disso que você pensou, lembre que na maioria das vezes que vocês querem xingar o POLICIAL MILITAR, ele esta preservando a sua segurança, durante uma madrugada ou um final de semana, enquanto você esta> descansando e aproveitando seu horário de folga.

sábado, 30 de julho de 2011

É falaciosa a crença de que o Brasil é pacífico

É falaciosa a crença de que o Brasil é pacífico: "
Coluna do LFG


Caricatura: Luiz Flávio Gomes - Colunista - SpaccaCaricatura: Luiz Flávio Gomes - Colunista - Spacca
** De acordo com levantamento feito pelo IPC-LFG, a violência e a atrocidade humana gera, anualmente, 1,6 milhão de mortes em todo o mundo (o equivalente a 134 mil homicídios por mês). Este massacre mundial atinge com maior intensidade a seguinte faixa etária: jovens de 15 a 29 anos. Dados da Organização Mundial da Saúde revelam que o assassinato de adolescentes e jovens ocupa a 4ª posição no ranking das causas de mortalidade no mundo (atrás apenas das mortes de trânsito, HIV/AIDS e Tuberculose).
Este cenário não é diferente no Brasil! Apenas em 2008, o montante de 50.113 pessoas foram vítimas de homicídios (quase 140 mortes por dia), foi o que revelou o Mapa da Violência 2011, ou seja, um aumento de 17,8%, tomando como base o ano de 1998, no qual morreram 41.950 pessoas.
Mais impressionante é verificar que deste montante (50.113 mortes), 18.321 são jovens (de 15 a 24 anos), ou seja, 36,6% do total dos homicídios. Os dados conduzem para uma conclusão simples: os jovens (especialmente a faixa etária de 15 a 24 anos) são os verdadeiros protagonistas deste massacre brutal.
Esta afirmação fica ainda mais evidente quando verificamos o número dos homicídios para cada 100 mil habitantes. A taxa de homicídios entre os jovens passou de 30 (em 100 mil jovens), em 1980, para 52,9 no ano de 2008. Um aumento de 76% na taxa de homicídios (em 100 mil jovens). Ao passo que a taxa na população não jovem permaneceu praticamente constante ao longo dos 28 anos considerados: passando de 21,2 em 100 mil para 20,5 no final do período, o que significa uma diminuição de 3,3% na taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes não jovens.
O aumento dos homicídios no país (nas últimas décadas) teve como fator preponderante o massacre de jovens. As causas dessa violência epidêmica? São inúmeras, mas, especificamente no que diz respeito aos jovens, uma delas se destaca: a vulnerabilidade social, intimamente ligada à pobreza, ao desemprego, à desigualdade social ou, ainda, à ausência de políticas de desenvolvimento social, situações estas que, dificultam o acesso do jovem aos campos da educação, trabalho, saúde, lazer, cultura etc. O jovem extremamente vulnerável é torturável, prisionável e mortável. Ou seja: descartável.
Se a violência que atinge principalmente os jovens possui um caráter tão complexo e multidimensional, resta claro que as diretrizes a serem perseguidas não se limitam à esfera criminal, mas necessitam de todo um conjunto e aparato interdisciplinar. Já passou da hora de medidas e planos serem desenvolvidos nas mais diversas áreas para que os 140 assassinatos por dia (no Brasil) sejam evitados (das 140 mortes, quase 51 são jovens). Ou seja, alternativas e ações que possibilitem verdadeiramente a implantação de políticas sociais.
Resulta cada vez mais falaciosa a crença de que o nosso é um país pacífico (sem massacres e violência). Algumas autoridades, ao tentarem dourar a pílula, dizem que 'O Brasil pelo menos não tem terrorismo'. Tratava-se de uma referência ao ataque terrorista do Al Qaeda em Madrid (11.04.04). As bombas da Al Qaeda mataram 191 pessoas na estação de Atocha: isso significa menos de 1 dia e ½ de homicídio no nosso país.
Em 2008, justamente no ano desse discurso, o Brasil ocupou o 6º lugar no ranking mundial dos países mais violentos do mundo, enquanto que a mencionada Espanha, muito distante de nós, apareceu apenas na 51ª posição.


** Colaborou Natália Macedo, advogada, pós-graduanda em Ciências Penais e Pesquisadora do Instituto de Pesquisa e Cultura Luiz Flávio Gomes.
Luiz Flávio Gomes é mestre em direito penal pela Faculdade de Direito da USP, professor doutor em direito penal pela Universidade Complutense de Madri (Espanha) e diretor-presidente da Rede de Ensino LFG.

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Policiais fingem ser ladrões para prender parte de quadrilha no Paraná


Policiais fingem ser ladrões para prender parte de quadrilha no Paraná

Foram presas 11 pessoas, entre assaltantes e receptadores.
Grupo atuava nos municípios de Londrina e Maringá.


Do G1 PR, com informações da RPC TV Londrina
28/07/2011 14h57 - Atualizado em 28/07/2011 14h57
Uma quadrilha de ladrões de carros foi descoberta e presa na noite de quarta-feira (28), em Londrina, Norte do Paraná. Parte dos suspeitos foi encontrada após policiais fingirem ser ladrões e marcarem um encontro.
Dois dos presos eram receptadores em Maringá. Eles foram localizados porque telefonaram para o grupo que atuava em Londrina, no momento em que a polícia efetuava as prisões. O policial que atendeu a ligação fingiu ser integrante do grupo e marcou um encontro para entrega de veículo em um posto de gasolina, onde foram feitas as prisões.
Foram detidas 11 pessoas, das quais três eram adolescentes, que foram apreendidos. O grupo atuaria em Londrina e Maringá. Através das prisões foi descoberto um desmanche, onde estavam três carros que haviam sido roubados, além da apreensão de três armas.
 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Blog da Renata: Polícia faz operação no Rio para desarticular milícia comandada por delegado federal e policiais civis e militares

Blog da Renata: Polícia faz operação no Rio para desarticular milícia comandada por delegado federal e policiais civis e militares

Ações coletivas Pleiteadas pelas associações, verdade ou uma forma de angariar sócios?


27 Julho 2011

Ações coletivas Pleiteadas pelas associações, verdade ou uma forma de angariar sócios?

Há muitos anos vejo associações prometendo aos associados que tal ação está para sair, que já ganharam em tal instância, .Podem reparar que pelo menos 2 vezes por ano alguma entidade envia jornais ou posta em sus sites notícias sobre ações coletivas/individuais, pedindo documentação para que o sócio tenha direito a tal ação, aí é aquele alvoroço  nas portas das associações e por acreditar que podem ganhar um dinheirinho extra os associados na maioria os reformados lotam as associações e congestionam os telefones do setor jurídico querendo mas informações e nisso passam anos e anos e nada de sair sequer uma movimentações nos processos.
Os que não são sócios associam e os que são sócios procuram quase que diariamente informações sobre ações que na maioria das vezes não saem dos jornaizinhos, não tendo as entidades honradez de comunicar com os seus sócios os andamentos do processos, muitas vezes omitindo informações pois nem mesmo o setor jurídico das associações sabem por onde andam a documentação de seus associados e até mesmo o andamento das ações.

Abram os olhos, pois muitas ações já prescreveram, sua documentação está na tal "perícia", sumida, jogada por ai que ninguém nem sabe te informar, essa forma de dizer que estão pleiteando seus direitos pode ser apenas uma forma de mantê-lo associado, te dado uma falsa esperança e lucrando com o valor da mensalidade que você paga.

Ligue para o Setor Jurídico de sua Associação, pergunte com anda a ação que você tem direito, note pela fala do atendente se ele está falando a verdade ou te enrolando, melhor ainda se for pessoalmente, pois lá vai ser mais difícil te enganar. 
Acompanhe também pelo site do TJMG através do número do processo a associação é obrigada a te fornecer.
Deixo bem claro que existem associações sérias e cabe a você associado fiscalizar a associação que te representa, Não seja um mero CONTRIBUINTE.

São essas as ações:

URV
AUMENTO DADO AOS CORONÉIS EM 1984
FUNDO DE APOSENTADORIA
AÇÃO DAS PENSIONISTAS
ADICIONAL NOTURNO
INSALUBRIDADE (PESSOAL DA ÁREA DE SAÚDE)
entre outras...

RECENTEMENTE, ENTREI EM CONTATO COM UMA DESSAS DISTAS ASSOCIAÇÕES, PERGUNTANDO EM QUAIS PROCESSOS MEU NOME ESTAVA, ATÉ AGORA NÃO OBTIVE RESPOSTA.
QUEM SABE ATÉ O FINAL DO ANO ELES ENCONTREM!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

SAS: custo dinamarquês, serviço boliviano


INSASTISFEITO

custo dinamarquês, serviço boliviano

(Edição 13/07/2011 - Gazeta do Povo)

Celso Nascimento

A coluna convida o prezado leitor a acompanhar alguns cálculos matemáticos. São simples. Mas o resultado das contas pode revelar o dispêndio excessivo de dinheiro público para prestar precaríssimos serviços de assistência à saúde aos servidores públicos do estado. É o que se constata diante do exame, ainda que sumário, de documentos aos quais a coluna teve acesso, produzidos pelo Departamento de Assistência à Saúde do Servidor (DAS), órgão da Secretaria de Administração do governo estadual.
Primeiro, deve-se entender como funciona (mal) essa assistência. Ela é prestada pelo SAS, um serviço criado no governo Lerner em substituição ao extinto Instituto de Previdência do Estado (IPE). Todo funcionário público, assim como seus dependentes, pode recorrer ao SAS para conseguir socorro médico – consultas, internações, cirurgias e outros procedimentos.

O SAS, no entanto, não presta diretamente tais serviços. Ele firmou convênios com 15 hospitais regionais. Por exemplo: se o servidor mora em Palmeira, para conseguir atendimento ele precisa viajar 50 quilômetros para chegar à Santa Casa de Ponta Grossa, o hospital conveniado da região. Só isso já é suficiente para mostrar a precariedade do serviço. Fora o fato de que consultas e exames de laboratório só se conseguem para semanas ou meses após agendados.
Ainda não chegamos às prometidas contas de somar, dividir e multiplicar que propusemos. Chegaremos lá. Antes é ainda preciso mostrar outra curiosa situação, vivida aqui mesmo em Curitiba onde se concentram 40% da clientela cativa do SAS.

Em Curitiba, o hospital conveniado é o São Vicente, com sede tradicional na Avenida Vicente Machado, centro. Depois de assinar o contrato, no entanto, o hospital passou a atender os servidores exclusivamente em outra sede, situada – sabe onde? – na distante Cidade Industrial (CIC). É para lá que deve se dirigir o doente que mora no Atuba ou no Santa Cândida, lado oposto e transporte difícil.
Dito isto, vamos então aos números, com dados relativos a 15 meses (janeiro de 2010 a março de 2011).
• Nesse período, de um total de 377 mil segurados (incluídos os dependentes) foram atendidos 38 mil, ou seja, apenas 10% do universo.
• O SAS não paga apenas pelos atendimentos efetivos mas pelo total de segurados: R$ 24,00 por cada um, por mês.
• Multiplique então os 377 mil por R$ 24,00 e se terá o valor que os 15 hospitais da rede receberam dos cofres públicos nesses 15 meses: dá nada menos que R$ 136 milhões!
• O descalabro fica mais evidente quando se observa o seguinte: como os hospitais só atenderam 38 mil pacientes em 15 meses, cada procedimento médico (uma simples consulta, por exemplo) custou ao SAS quase R$ 3.600,00!

Como se vê, o gasto é sueco ou dinarmarquês, mas o serviço prestado talvez não seja melhor do que o da Bolívia ou da Etiópia.

Essa aberração não foi criada pelo governo Beto Richa. Vem de longe. Mas o choque de gestão ainda não chegou ao ponto de prestar atenção no problema antigo. Não se tem notícia, até agora, que um projeto – mais barato para o estado e mais eficiente para o servidor – já esteja em vias de ser anunciado. E não se sabe ainda quanto tempo demorará.

PESQUISA DE SATISFAÇÃO SAS


PESQUISA DE SATISFAÇÃO SAS


A Secretaria de Administração e Previdência disponibilizou uma pesquisa de satisfação do SAS, para que os usuários possam avaliar o atendimento e contribuir para os estudos da nova proposta para a assistência médico-hospitalar.


Para responder, clique aqui e acesse o Portal do Servidor.


Maiores informações nos telefones: (41) 3313-6882, (41) 3313-6879, (41) 3313-6862


http://amai.org.br/descompressao/?p=2497



Esta pesquisa de satisfação é uma afronta ao funcionalismo.
As perguntas são vagas.
Não deixa claro, para dizer a onde é o problema.
Estas pesquisas funcionam bem na capital.
No interior a realidade é outra.
Pode acreditar melhorar! Jamais.
O Certo era enviarem uma equipe para ver de perto o real problema.
A maioria de nós, tem que viajar pelo menos de 150 a 200 Km para uma consulta.
Quando não tem que esperar de um a dois meses na fila.
Sem fala no pedágio e a alimentação.

Acorda povo.

Servidor do Paraná: confira como ficou a Tabela Salarial 2011


Servidor do Paraná: confira como ficou a Tabela Salarial 2011

Posted by Armando em 26/07/2011


O governador Beto Richa (PSDB) assinou na semana passada, em Curitiba, o Decreto 2.071 de 20/07/2011, que autoriza a publicação das Tabelas Salariais dos servidores públicos do Estado do Paraná. Os salários e demais verbas foram reajustados em 6,5% no mês de maio deste ano, índice que contemplou a inflação acumulada desde a última data-base, com base na variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).
As Tabelas ainda não foram divulgadas no Portal do Servidor, mas o Blog ADJ Comunicação disponibiliza estes dados para consulta dos servidores, que estavam desde maio sem saber ao certo como ficou a remuneração após a aplicação do reajuste.
Clique nos links abaixo para saber o seu salário:

terça-feira, 26 de julho de 2011

Série sobre a história dos grandes hinos da música cristã - parte 1 - Tú És fiel


Série sobre a história
dos grandes hinos da música cristã
parte 1 - Tú És fiel

Jonatha Cardoso em 26/07/2011
Para o Super Gospel

A partir de hoje o SuperGospel começa uma série sobre a história dos grandes hinos da música cristã, tanto no Brasil como no mundo. 
Para começar, hoje contaremos a história da canção “Tu és fiel”. 


Os autores 

Thomas Obediah Chisholm 

Vamos voltar a 1866, nos Estados Unidos, na cidade de Franklin, em Kentucky. Mais precisamente no dia 29 de julho. Foi neste dia que nasce um dos personagens principais de nossa história. 

Thomas era filho de James Washington Chisholm e de Lucy Jane Mequire Chisholm. Teve um irmão, Joseph, seis anos mais velho. Eles também viviam com um menino ajudante, William. 

Na época ele ajudava seu pai em uma fazenda – ainda não estava estudando na escola. Inicialmente, ele aprendia por conta própria. Posteriormente, ele foi para pequena escola rural de sua cidade. 

Lá, aos 16 anos, mesmo tendo apenas o primário por esforço próprio, tornou-se professor. Cinco anos depois passou a ser redator auxiliar em um jornal da sua cidade – o The Franklin Favorite. 

Aos 27 anos ele se converteu, sob o ministério de Henry Clay Morrison, durante uma série de conferências evangelísticas. Por persuasão de Henry, Thomas muda-se para a cidade de Louisville, tornando-se editor de um jornalzinho chamado Penecost Herald. Dez anos mais tarde, foi ordenado pastor metodista, embora tenha sido por pouco tempo em Scottsville, devido a Thomas já estar com a sua saúde debilitada. Isso fez com que se mudasse, com sua família, para uma fazenda, no estado de Indiana. Em 1916, torna-se vendedor de seguros, mudando-se novamente, agora para Nova Jersey. 

Aos 87 anos instala-se no Lar Metodista para Idosos, na cidade de Ocean Grove. Em 29 de fevereiro de 1960, aos 94 anos Thomas vem a falecer. 


William Marion Runyan 

Além de Thomas, outro importante personagem para nós é William, que nasceu pouco tempo depois, em 21 de janeiro de 1870, na cidade de Marin, em Nova York. 

Desde os cinco anos de idade já estudava música. Aos doze já era organista em sua igreja. Quando tinha 14 anos, seu pai, que era pastor, se mudou com a família para o Kansas. 

Embora a música estivesse muito ligada à William, aos 21 anos ele foi consagrado a pastor, trabalhando entre os metodistas até os 53 anos de idade. Ele só não continuou porque em 1923 foi acometido de um problema de surdez. Com isso, ele passa a trabalhar na Universidade John Brown. Ele também trabalhou como redator da revista Cristian Workers’ Magazine, e também como compilador de hinários. 

Entre 1931 e 1944 ele trabalhou no Instituto Bíblico Moody, em Chicago. Faleceu em 1957. 

O hino 

Durante esse tempo todo Thomas escreveu mais de – pasmem – 1200 (mil e duzentos) poemas. Destes, cerca de 800 foram publicados e muitos deles foram musicados – como os até hoje cantados “Oh, to be like thee” e “Living for Jesus”. 

Muitas dessas poesias foram enviadas por Thomas à William – a época, já compositor de músicas para 300 hinos, entre eles aproximadamente 25 de Thomas, seu colega e amigo. William lia cada uma das poesias, com muito carinho e cuidado, para que, sentindo a inspiração de Deus, pudesse escrever uma música para acompanhá-las. 

Quando William estava vendo uma dessas muitas poesias, uma delas o chamou muito a atenção. Foi no ano de 1923, quando ele estava fazendo a coletânea Songs of salvation and Service. Quando foi lançado o Hinário Batista, em 1956, foi divulgado um comentário de William que retrata a cena: “Esta poesia tinha tal apelo, que orei com todo o fervor para que a minha melodia pudesse transmitir a sua mensagem duma maneira digna". Sem dúvida, não há como discordar: a música faz exatamente o que ele sempre desejou.

Para Thomas, não houve qualquer circunstância que o fez escrever o texto. Apenas seguiu sua experiência e verdades bíblicas. 

A experiência 

Sem dúvida, a fidelidade de Deus pode ser muito bem resumida em FIlipenses 4.19: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades”. Essa essência pode ser facilmente encontrada em uma experiência verídica de Thomas. 

Em 1941, pela primeira vez em sua vida, sua família enfrentava necessidades tão grandes, que não teriam como serem resolvidas por humanos. 

Paralelamente, acontecia algo sobrenatural. Dois homens, ao verem a lista de membros do Gideões, acharam um nome familiar – o de Thomas, com a anotação de “Cancelado por falta de pagamento”. 

Eles associaram o nome ao do autor de um hino que impressionou o missionário John Stam, que morreu mártir, junto de sua esposa, enquanto fazia trabalhos missionários na comunista China. Ao perceberem isso, resolveram pagar a dívida do Sr. Chisholm. 

Deus é tão grande, mas tão grande, que ao mesmo tempo, um empresário nova-iorquino sentia em seu coração que o autor deste e de outros hinos estava passando necessidades. Mesmo sem saber o seu endereço, ele mandou um colega para enviar o dinheiro a Thomas. Na manhã seguinte, na caixa de correio só havia uma única carta, que continha dentro exatamente a importância que necessitavam, enviada por um homem que nunca conheceram. 

Só posso encerrar esse texto com uma frase de Thomas, escrita em 1949: “Estou próximo dos meus oitenta e três anos de idade, mas a força do alto tem sido sempre suprida, juntamente com o cumprimento da sua promessa: "O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades" (Filipenses 4.19). Não somente o suprimento das necessidades, mas as ocasiões desse suprimento têm assinalado os marcos do seu cuidado providencial, cada dia, cada momento". 


Que Deus te abençoe! 

@jonathacardoso 

Fonte: supergospel

PR: MAURO MORAES PEDE URGÊNCIA NA PROMOÇÃO DE SARGENTOS E CABOS


PR: MAURO MORAES PEDE URGÊNCIA NA PROMOÇÃO DE SARGENTOS E CABOS

SEGUNDA-FEIRA, 25 DE JULHO DE 2011

fonte: mauro moraes

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Moraes, vai pedir ao governador Beto Richa, nesta segunda-feira (25), a promoção urgente de Sargentos e Cabos da PM. 

Segundo o parlamentar, aproximadamente 1000 (mil) policiais militares aguardam a realização de concurso para a promoção. Em alguns casos, a medida irá acabar com uma espera de até 20 anos. “Além do incentivo para o trabalho, a promoção representa um aumento salarial médio de 8%”, destaca. 

Moraes vem defendendo a promoção de policiais como parte da politica de reformulação da Segurança Pública. “Passamos por um período em que a segurança foi esquecida, com policiais recebendo salários abaixo das suas necessidades. Precisamos correr contra o tempo para resgatar a segurança dos paranaenses e fazer justiça com quem arrisca diariamente a vida em defesa da população”, destaca Moraes.

O policial treinado para não atirar


O policial treinado para não atirar


Em: Opinião
Autor: Danillo Ferreira

Nós, policiais, devemos ser treinados para não atirar. 

Precisamos aprender a não matar, apesar da necessidade de estarmos preparados para isto, caso seja necessário.

O desafio da técnica policial não é estimular a agressão, pois qualquer um é capaz de agredir, seja ou não policial.

O desafio é justamente controlar a agressão, limitá-la ao que é legal e eticamente necessário, através de métodos específicos de uso da força.

Cabe às polícias o seguinte desafio: 
anular o fetiche do uso da força policial como ferramenta de subjugação do outro, e ensinar, formal e culturalmente, a técnica e a filosofia da moderação da força – imprescindível para a profissionalização das polícias.

O simples desejo de ver o outro eliminado, como se inimigo fosse, pode ser a porta de ingresso no mundo das corrupções e semicorrupções policiais, todas elas tendo como ponto de negociação a vida, decorrendo daí uma série de perversões inaceitáveis num contexto dito democrático e cidadão.

Este é um fator central na discussão sobre polícia e segurança pública no Brasil. Ou se coloca como prioridade esta dinâmica, ou não se fará evolução digna no quadro que atualmente produz dados como o seguinte:
Polícia mata uma pessoa no Brasil a cada cinco horas
A cada cinco horas, uma pessoa é morta no Brasil pela polícia. São 141 assassinatos por mês ou 1.693 ao ano. O dado, resultado de cruzamento feito pelo Correio a partir das estatísticas de mortalidade por força policial do Ministério da Saúde e das ocorrências registradas nas secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e São Paulo, refere-se a 2009. De 2010 para cá, a violência não cessou. Pelo menos 1.791 pessoas já perderam a vida pelas mãos dos homens fardados.
***
A lavratura de Autos de Resistência é um procedimento legal e legítimo que faz parte das possibilidades e desdobramentos da atuação policial.

O confecção do documento está prevista no Código de Processo Penal:

Art. 292. Se houver, ainda que por parte de terceiros, resistência à prisão em flagrante ou à determinada por autoridade competente, o executor e as pessoas que o auxiliarem poderão usar dos meios necessários para defender-se ou para vencer a resistência, do que tudo se lavrará auto subscrito também por duas testemunhas.
O problema é que alguns policiais fazem uso do procedimento para ocultar mortes ilegais, que não decorreram de legítima defesa, trazendo efeitos sociais trágicos, que vão desde a dizimação de determinada parcela da sociedade (a matéria citada acima diz que “os assassinatos cometidos pela polícia seguem a lógica da violência em geral: 70% dos mortos são jovens de 15 a 29 anos”), até a desconfiança geral na atuação legítima da polícia. Hoje, é provável que o policial que necessitar lavrar um auto de resistência legitimamente sofra a presunção de culpa oriunda da vulgarização do procedimento.

Os policiais que defendem a dignificação das corporações devem exigir e se posicionar firmemente a favor das fiscalizações e investigações às mortes durante o serviço policial, que sempre existirão, mas precisam existir como excessão sempre evitada pelos profissionais de segurança pública. A prática do extermínio, mesmo diluída em casos não relacionados entre si, é intolerável.

Já as polícias, não podem apenas manter o discurso de que demitiram não sei quantos policiais em tal período.

Demitir, em ocorrendo o crime, é necessário, mas não suficiente – ou cairemos na (i)lógica do superencarceramento ineficaz.

Deste modo, concluo com as sugestões feitas no primeiro parágrafo do texto: Nós, policiais, devemos ser treinados para não atirar. Precisamos aprender a não matar, apesar da necessidade de estarmos preparados para isto, caso seja necessário. O desafio da técnica policial não é estimular a agressão, pois qualquer um é capaz de agredir, seja ou não policial. O desafio é justamente controlar a agressão, limitá-la ao que é legal e eticamente necessário, através de métodos específicos de uso da força.

Eis a emergência.