sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Governo coloca FASPM na parede

Governo coloca FASPM na parede:
OBEDIÊNCIA

Imagem: Blog O Pafúncio - Obediência Cega


A forma intervencionista como o Governo do Estado está tratando a matéria nos faz pensar se não se trata da busca da completa submissão e absoluta subserviência dos gestores da saúde compostos pela tríade PMPR, HPM e FASPM que, até o momento têm resistido bravamente, embora o ariete do Estado esteja sendo implacável.


“Ou celebra o convênio para o atendimento do quadro geral do funcionalismo do Estado ou fica sem receber os recursos” necessários para cobrir as despesas já realizadas. É o que parece estar nas entrelinhas do discurso que pretende que os nossos gestores aceitem as imposições contidas na minuta de convênio proposta pelo Estado, disse o representante do Conselho Diretor do FASPM, Coronel PM João José Ramirez Junior.


A dívida já margeia os 3 milhões de reais e corresponde apenas aos primeiros 60 (sessenta) dias de atendimento ao Quadro Geral do Estado, compreendidos entre 28 de Outubro e 28 de Dezembro do corrente ano, completa Ramirez.


A nossa maior preocupação é que essa dívida herdada, seja futuramente coberta com recursos do FASPM. Essa dívida é resultante do aumento de demanda no Pronto Atendimento, Unidade de Terapia Intensiva, Laboratório e internamentos com a ocupação de, em média, 20 leitos do Hospital da Polícia Militar.






        • Os recursos do FASPM que deveriam ser destinados a melhorar a prestação de serviços médicos à comunidade policial militar, estaria sendo utilizado como “empréstimo compulsório” para custear o atendimento do funcionalismo público civil?

        • Porque a proposta inicial do Governo de que primeiro aconteceriam os “investimentos” para depois dar início ao “atendimento” da nova demanda foi alterada e o atendimento já está sendo feito sem que o convênio fosse efetivamente firmado?





A minuta de convênio apresentada pelo Governo do Estado só impõe obrigações à Polícia Militar do Paraná em relação ao Hospital e escraviza o FASPM sem nenhuma possibilidade de aproveitamento desses recursos com a saúde da comunidade policial militar do estado do Paraná.


Até quando vamos esperar que o Governo que nos bate nas costas quando somos obedientes e nos bate na cara quando somos desobedientes, resolva de uma vez por todas a questão da saúde do funcionalismo do quadro geral e, dos policiais militares, em particular.


Não nos parece justo utilizar o dinheiro que descontamos mensalmente para o Fundo de Assistência à Saúde do Policial Militar (FASPM) seja utilizado compulsoriamente, ainda que a título temporário, para custear o atendimento da saúde de todo o funcionalismo, enquanto a saúde do policial militar continua sucateada.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

C.E.F.C DO 18º BPM CORNÉLIO PROCÓPIO NA SHORINJI KEMPO LONDRINA.

OS PMs DO CURSO ESPECIAL DE FORMAÇÃO DE CABOS, FORAM RECEBIDOS NA ACADEMIA SHORINJI KEMPO, NO DIA 16 DE DEZEMBRO PELO SENSEI SALVADOR YUKIHIDE KANEHISA (4º Dan).
FORAM MINISTRADAS AULAS DE DEFESA PESSOAL SOB SUPERVISÃO DO CORONEL FABIO LUIZ RINCOSKI, COMANDANTE DO 18º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR, SEDE EM CORNÉLIO PROCÓPIO.
OS FUTUROS CABOS RECEBERAM AULAS DE SENSEI SALVADOR YUKIHIDE KANEHISA, EM TÉCNICAS DE IMOBILIZAÇÃO.
O CORONEL TAMBÉM É FAIXA PRETA EM KARATÊ, COM PRÁTICA POR MAIS DE 12 ANOS, E SEMPRE MINISTRANDO AULAS DE DEFESA PESSOAL NOS CURSOS MINISTRADOS AOS POLICIAIS MILITARES, SE TORNOU NESTE MÊS DE JANEIRO, O 1º CORONEL A GALGAR NO BRASIL, O GRAU MAIS ELEVADO NA CATEGORIA DA ARTE MARCIAL ORIENTAL DENOMINADA SHORINJI KEMPO.

SOB A AVALIAÇÃO TÉCNICA DO SENSEI SALVADOR YUKIHIDE KANEHISA (4º DAN), ELE PRESTOU O EXAME PARA A FAIXA PRETA (1º DAN) NA ACADEMIA DO SHORINJI KEMPO EM LONDRINA-PR, ONDE TREINA POR MAIS DE 4 ANOS.






 SENSEI SALVADOR YUKIHIDE KANEHISA






























Coronel Fabio Luiz Rincoski faixa preta (1º DAN) do SHORINJI KEMPO

CORONEL BRASILEIRO EM FAIXA PRETA NO ESTILO SHORINJI KEMPO


O Coronel Fabio Luiz Rincoski, Comandante do 18º Batalhão de Polícia Militar, sede em Cornélio Procópio - PR, se tornou neste mês de janeiro, o 1º Coronel a galgar no BRASIL, o grau mais elevado na categoria da arte marcial oriental denominada SHORINJI KEMPO.

SHORINJI KEMPO - SIGNIFICA REGIÃO DE PEQUENOS BOSQUES

Sob a avaliação técnica do sensei Salvador Yukihide Kanehisa (4º Dan), ele prestou o exame para a faixa preta (1º DAN) na academia do SHORINJI KEMPO em Londrina-PR, onde treina por mais de 4 anos.

O Coronel também é faixa preta em KARATÊ, com prática por mais de 12 anos, e sempre ministrando aulas de defesa pessoal nos cursos ministrados aos policiais militares.




http://geraldonoticias.blogspot.com

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Fotos incríveis mostram a superação dos japoneses após tsunami e tragédia nuclear. Já a Região Serrana do Rio…

Fotos incríveis mostram a superação dos japoneses após tsunami e tragédia nuclear. Já a Região Serrana do Rio…:

Já comentamos várias vezes no blog a tragédia que se abateu sobre o Japão em março deste ano.


Foram quatro dias de horror, nos quais os japoneses enfrentaram um terremoto, seguido de um tsunami e finalizado com explosões na usina nuclear de Fukushima Daiichi – com um saldo de cidades inteiras destruídas, 20 mil mortos ou desaparecidos, 70 mil “refugiados nucleares”, 800 mil casas total ou parcialmente destruídas, 400 mil pessoas deslocadas de seus lares, além de destruição de toda a infraestrutura de uma vasta área e a falência de milhares de empresas.



O terremoto e o tsunami ocorreram a 11 de março. No dia seguinte a população arrasada e assustada despertou com o alarme nuclear, para, nos dias 13 e 14, três gravíssimas explosões constituírem o acidente nuclear mais grave desde o de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.




Mas o Japão é um país sofrido, onde os terremotos ocorrem há séculos, e palco dos dois únicos ataques nucleares da história, os de Hiroshima e Nagasaki, no final da II Guerra Mundial, em 1945. Construir e reconstruir o país não é tarefa nova.



Passaram-se 10 meses após Fukushima, e, embora a radioatividade gerada então ainda produza efeitos, num tempo espetacularmente curto para desastre tão descomunal o país está voltando à rotina.



Grande parte do entulho foi limpo e organizado. Estradas, pontes, viadutos, torres de eletricidade e de microondas e edifícios públicos foram restaurados ou construídos. Na cidade portuária de Kesennuma, a maioria dos barcos deslocados foram removidos e reparados. A maior parte da população evacuada já deixou seu abrigo em escolas e ginásios.



Já aqui entre nós, a tragédia – de menores proporção, é verdade –da região serrana do Rio de Janeiro, afetada por fortes tempestades, devastada a 11 de janeiro passado, na qual 800 pessoas morreram e 500 ficaram desaparecidas, contou com a solidariedade de todo o Brasil: doações em mantimentos, roupas, dinheiro e trabalho voluntário. Mesmo assim, prestes a se completar um ano da tragédia, as estradas da região continuam em péssimo estado, grande parte da população não teve a vida normalizada e ocorreram até – não estivéssemos no Brasil – denúncias de desvios de recursos destinados à recuperação das áreas atingidas .



As fotos a seguir, da agência de Kyodo, mostram o antes (16 de março de 2011) e o depois (3 de setembro de 2011) do terremoto e tsunami. Acompanhem:




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Aeroporto Sendai, na província de Miyagi: o tsunami engoliu suas instalações imediatamente após o terremoto



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Seis meses depois, o aeroporto Sendai, restaurado e reaberto



Wakabayashi-ala em Sendai, província de Miyagi, no nordeste do Japão: são escombros de casas e veículos

Wakabayashi-ala, em Sendai, província de Miyagi, no nordeste do Japão: massa de escombros de casas e veículos



01depoisEstudantes voluntários no mesmo lugar: praticamente tudo limpo





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Um navio pesqueiro lançado numa massa de destroços ainda fumegantes, depois de varrido pelo tsunami



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Os destroços sumiram, o terreno está limpo e cidadãos querem manter o navio como um monumento ao desastre



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Navios pesqueiros arremessados em terra pelo tsunami como se fossem de brinquedo



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A mesma área, quase em ordem, comtodos os barcos removidos, restaurados ou em restauração



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Em Natori, província de Miyagi, no norte do Japão: o tsunami começando a devorar uma área urbana inteira, imediatamente após o terremoto



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Mesma área depois que a imensa montanha de destroços foi removida



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Ishinomaki, província de Miyagi: destroços de casas, navios e automóveis



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Os navios foram retirados e casas danificadas estão sendo reconstruídas



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Otsuchi, província de Iwate, nordeste do Japão: barco de turismo "Hamayuri" sobre uma pousada de dois andares após o tsunami



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Aqui os escombros foram quase todos removidos



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Iwanuma, província de Miyagi, no nordeste do Japão: aqui a região devastada pelo tsunami



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Mesma área com a grama crescendo no local antes inundado



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Otsuchicho, província de Iwate, norte do Japão: edifícios em meio a escombros



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A limpeza do local ainda está em andamento



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Kesennuma, em Miyagi, norte do Japão: rua coberta por destroços queimados por um incêndio



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Mesma área após os escombros terem sido removidos



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Ishinomaki, província de Miyagi: caminhão militar por uma estrada inundada pelo tsunami



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loja de carros usados volta a funcionar após a remoção dos destroços



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Higashimatsushima, província de Miyagi: busca de vítimas perto de barcos de pesca encalhados e danos do tsunami



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Navio encalhado ainda na área após a remoção de destroços



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Matsukawaura, porto de pesca em Soma, província de Fukushima: barcos de pesca encalhados e danos do tsunami



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Mesma a área após a navios encalhados terem sido removidos



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Rikuzentakata, província de Iwate: veículos da polícia e combate a incêndios estacionados no meio dos escombros após o tsunami



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Homem pedalando na mesma área, agora coberta de grama



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Iwaki, na província de Fukushima: pessoas andando sobre escombros de casas devastadas cobrindo uma estrada após o tsunami



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Mesmo caminho com os restos totalmente removido


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