quinta-feira, 29 de março de 2012

POLICIAIS E O USO DE ARMA DE FOGO FORA DO SERVIÇO


POLICIAIS E O USO DE ARMA DE FOGO FORA DO SERVIÇO
Qui, 29 de Março de 2012 15:15   
Maj PM Paulo Roberto de Madeiros


Não se discute a Legalidade do porte de arma de fogo de "uso permitido e restrito (P.40)" por policiais, mesmo fora de serviço, desde que estejam também de posse do CRAF (Certificado de Registro de Arma de Fogo), registrado no SINARM (policial civil e federal) ou SIGMA (militares estaduais) e expedidos pelas respectivas Instituições a que pertençam.


O porte de arma de fogo em serviço quando o policial está exercendo sua respectiva atividade profissional de segurança pública, é inerente à função e ao cargo que ocupa, entretanto, a polêmica surge quando nos perguntamos se o policial deve ou não portar arma de fogo fora de serviço em qualquer situação. Como a regulamentação federal prevista no §1º, art. 6º da Lei 10.826/03, bem como nos §§1º e 2º, art. 26 c/c §§1º e 2º, art. 33 do Dec. 5.123/04 remetem a regulamentação do porte de arma de policiais para norma própria, no caso da PMMG, incisos I ao IV, §2º, art. 41 da Resol. n. 4.085/10-CG, tentaremos resolver, com razoabilidade, algumas questões de ordem, as quais se apresentam como primordiais para uma tomada de decisão entre sair de casa armado ou desarmado:



1. Por que portar arma de fogo fora do serviço?


"Sou policial 24 horas". Talvez uma das maiores "falácias e arriscadas concepções ideológicas" ainda existentes no meio policial. O argumento pode ser facilmente desconstituído, pois aqueles que ainda pensam assim negligenciam aspectos fundamentais de segurança pessoal, destacando-se o princípio da superioridade numérica, regra mágica em qualquer abordagem policial. Ainda, o uso do uniforme garante a inclusão do policial em um grupo coeso e relativamente equipado, aspectos que amplificam e favorecem o uso da arma de fogo. Todas essas variáveis desaparecem para quem se utiliza da arma fora de serviço, onde a atitude e a visibilidade da "força estatal" são indispensáveis. A lei não obriga o policial a atuar na abordagem e captura do infrator quando fora do serviço, apenas exige que ele reaja de forma diferenciada de um civil, devendo vigiar a ação em andamento, acionando imediatamente a força pública de serviço. O infrator, em regra, se torna mais agressivo e violento contra um adversário em trajes civis que esteja portando arma de fogo.


2. Quando e onde devo portar arma de fogo fora do serviço?


Não há receitas de bolo, entretanto, há regras indiscutíveis e inquestionáveis que estabelecem a garantia de uma vida longa a policiais. Jamais ter por perto arma de fogo se você:


a) possui um padrão de consumo de "substâncias entorpecentes lícitas" fora do normal (fica alegre e corajoso com facilidade);
b) frequenta locais e estabelecimentos com presença elevada de público em consumo de "substâncias entorpecentes lícitas" fora do normal" (a maioria encontra-se alegre e corajosa como você);
c) altera de humor com facilidade e não leva desaforo para casa;
d) realiza atividades paralelas de "garantidor" da tranquilidade universal de pessoas físicas e jurídicas privadas (segurança).


Não se esqueça, o mal chega onde o bem não se encontra presente e se não quer ter problema, cuida do seu ambiente.


Verdade n. 1: Nenhum estabelecimento tem autorização para "guardar", mesmo que provisoriamente, em cofres ou armários, armas de fogo de policiais.

Verdade n. 2: Se o local que você pretende ir é perigoso ou tem histórico de criminalidade, as chances de ocorrer um crime aumentam.


Verdade n. 3: Se você anda com pessoas de má índole, a probabilidade de se envolver em uma ocorrência cresce.


Verdade n. 4: Se estiver com sua família, não reaja a um assalto, as pessoas que você ama podem se machucar.





Mito n. 1: O bandido tem medo de policial.


Mito n. 2: Eu consigo sacar minha arma se for assaltado.


Mito n. 3: Eu não vou tremer quando estiver de frente com o perigo.



3. Como devo usar minha arma de fogo?


Você passou incólume pelos itens 1 e 2, e decidiu portar a arma de fogo fora do serviço. Talvez você esteja sob ameaça de um criminoso, embora a maioria dos policiais, com algumas raras exceções, acha e nunca esteve ameaçado – a probabilidade é a mesma de um civil. Entretanto, se o seu perfil profissional estiver ligado a atividades administrativas ou operacionais voltadas para investigação e prisão de criminosos (civis ou militares) perigosos, é bom pensar que momentos extremos podem ocorrer, de modo que não apenas portar arma de fogo é necessário, mas também preparar-se física e psicologicamente para o caso desses momentos se tornarem reais. Ela deve estar municiada e em condições de uso "imediato", sempre ao alcance das mãos, embora, jamais deva ser vista ou ser do conhecimento de terceiros, "é um segredo seu" (policiais fora do serviço e em trajes civis que insistem em dar visibilidade a arma de fogo são vítimas mais fáceis de serem abordadas, além de poderem ter a mesma apreendida por conduta ilegal e antiregulamentar).


Sabedoria, virtude e prudência.


Policial fora da atividade profissional pode portar arma de fogo em ambientes públicos e privados, abertos e fechados, desde que não a conduza "ostensivamente", se identifique aos responsáveis pela segurança do local, esteja de posse da Carteira Especial de Polícia (porte de arma) e o CRAF (registro da arma pessoal e intransferível). Entretanto, se praticar condutas que o coloque em estado de embriaguez ou sob o efeito de drogas ou medicamentos que provoquem alteração do desempenho intelectual ou motor, a "lei" e a "prudência" recomendam que esteja desarmado. Quantos precedentes (exemplos) você conhece onde o uso da arma de fogo fez a diferença para o policial que a portava fora do serviço. Muito pouco, certo? O número de experiências negativas é e sempre será maior.


Portar arma de fogo à paisana exige estado de alerta constante, como se de serviço estivesse e, se a atividade policial te estressa, quando você pretende descansar?


Ela não lhe identifica como policial, exigindo cuidado redobrado com a possibilidade de roubo e furto, sem contar o risco de se tornar vítima do próprio equipamento, pois as chances de se ter sucesso sozinho em uma ocorrência é uma teoria fatal. No final, a decisão de portar arma de fogo fora de serviço é sua, mas que seja refletida e sempre lúcida, sem a velha e superada ideia de que deva estar armado e pronto 24 horas por dia.


No estresse do dia-a-dia, deixe para usá-la exclusivamente em serviço, pois uma atitude impensada, em virtude dum calor de momento, é algo que será julgado como injustificável.


LEGISLAÇÃO CITADA:


LEI No 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003.


Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm, define crimes e dá outras providências.


...


Art. 6o É proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria e para:


§ 1o As pessoas previstas nos incisos I, II, III, V e VI do caput deste artigo terão direito de portar arma de fogo de propriedade particular ou fornecida pela respectiva corporação ou instituição, mesmo fora de serviço, nos termos do regulamento desta Lei, com validade em âmbito nacional para aquelas constantes dos incisos I, II, V e VI. (Redação dada pela Lei nº 11.706, de 2008)


DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004.


Regulamenta a Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas - SINARM e define crimes.


...


Art. 26. O titular de porte de arma de fogo para defesa pessoal concedido nos termos do art. 10 da Lei no 10.826, de 2003, não poderá conduzi-la ostensivamente ou com ela adentrar ou permanecer em locais públicos, tais como igrejas, escolas, estádios desportivos, clubes, agências bancárias ou outros locais onde haja aglomeração de pessoas em virtude de eventos de qualquer natureza. (Redação dada pelo Decreto nº 6.715, de 2008)


§ 1o A inobservância do disposto neste artigo implicará na cassação do Porte de Arma de Fogo e na apreensão da arma, pela autoridade competente, que adotará as medidas legais pertinentes.


§ 2o Aplica-se o disposto no §1o deste artigo, quando o titular do Porte de Arma de Fogo esteja portando o armamento em estado de embriaguez ou sob o efeito de drogas ou medicamentos que provoquem alteração do desempenho intelectual ou motor.


...


Art. 33. O Porte de Arma de Fogo é deferido aos militares das Forças Armadas, aos policiais federais e estaduais e do Distrito Federal, civis e militares, aos Corpos de Bombeiros Militares, bem como aos policiais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal em razão do desempenho de suas funções institucionais.
§ 1o O Porte de Arma de Fogo das praças das Forças Armadas e dos Policiais e Corpos de Bombeiros Militares é regulado em norma específica, por atos dos Comandantes das Forças Singulares e dos Comandantes-Gerais das Corporações.


§ 2o Os integrantes das polícias civis estaduais e das Forças Auxiliares, quando no exercício de suas funções institucionais ou em trânsito, poderão portar arma de fogo fora da respectiva unidade federativa, desde que expressamente autorizados pela instituição a que pertençam, por prazo determinado, conforme estabelecido em normas próprias.


RESOLUÇÃO N.º 4.085/10- CG, DE 11 DE MAIO DE 2010.


Dispõe sobre a aquisição, o registro, o cadastro e o porte de arma de fogo de propriedade do militar; e o porte de arma de fogo pertencente à Polícia Militar de Minas Gerais.


...


Art. 41. O porte de arma de fogo, com validade em âmbito nacional, é inerente à condição de militar, sendo deferido em razão do desempenho das suas funções institucionais.


§ 2º Ao portar arma de fogo nos locais onde haja aglomeração de pessoas, em virtude de evento de qualquer natureza, público ou privado, tais como interior de igrejas, templos, escolas, clubes, estádios desportivos, eventos culturais e outros similares, o militar, não estando em serviço, deverá obedecer às seguintes normas gerais, além de outras previstas em normas específicas:


I - não conduzir a arma de fogo ostensivamente;


II - cientificar o policiamento no local, se houver, fornecendo nome, posto ou graduação, Unidade e a identificação da arma de fogo;


III - não havendo policiamento no local, mas existindo trabalho de segurança privada, o militar deve identificar-se para o chefe dessa segurança, quando exigido, cientificando-o de que está portando arma de fogo;


IV - observar as determinações das autoridades competentes responsáveis pela segurança pública, quanto à restrição ao porte de arma de fogo no local do evento.


Paulo Roberto de Medeiros, Major da Corregedoria da PMMG.
Membro do Conselho Fiscal da AOPMBM.
Bel e Especialista em Segurança Pública.
Bel em Direito e Doutorando em Direito Penal.


FONTE: - http://www.aopmbm.org.br

Petistas dão o troco em Requião | Fábio Campana

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Campanha contra embriagues ao volante


Divulgue o site da campanha:
www.NaoFoiAcidente.org

Acompanhe-nos, também, no Facebook:
www.facebook.com/NaoFoiAcidente



Faça parte da mudança.
Precisamos de 1.300.000 assinaturas para levar nosso projeto ao Congresso Nacional.


Para assinar a petição que pede penas mais duras para quem dirige embriagado, clique AQUI


(Compartilhe o site www.NaoFoiAcidente.org) com seus amigos.

Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo

Escola em Casa: Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo

Olhar Digital: Brasil lançará satélite para levar banda larga a todos os municípios do país

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análise toxicológica post mortem


Investigação policial: análise toxicológica post mortem


Ettore Ferrari Júnior
Elaborado em 03/2012


O laudo de análise toxicológica post mortem, confeccionado pela Policia Técnica, é um forte instrumento indiciário. 
O policial envolvido na investigação precisa conhecer o protocolo de produção das provas, pois a preservação do local de crime e a pesquisa de campo é de responsabilidade da autoridade policial e seus agentes.

Coronel Furquim comenta matéria de Mauro Moraes


Coronel Furquim comenta matéria de Mauro Moraes


O presidente da AMAI, coronel Elizeo Ferraz Furquim, deixou um comentário para o deputado Mauro Moraes, a respeito da matéria publicada no site do parlamentar.


Confira a matéria:


Moraes cobra prazo para o envio do subsidio ao Legislativo
Em reunião com o deputado Mauro Moraes, hoje, o secretário de Administração Luiz Eduardo Sebastiani confirmou que até o final desta semana serão feitos os ajustes necessários nos projetos de implantação do subsidio para as policias Civil, Militar e Científica. A matéria será entregue ao Legislativo até o inicio da próxima semana.
Segundo Moraes, a matéria deverá tramitar na Casa em Regime de Urgência, permitindo assim sua votação e aprovação em um único turno. “As mensagens provavelmente estarão aprovadas até a primeira semana do mês de abril”, prevê o parlamentar.




Confira o comentário do coronel Furquim:


Caro Deputado Moraes
É da natureza humana ter medo do desconhecido. Não fugimos à regra. Exceto alguns números não confirmados, nada mais temos sobre o “projeto subsídio” se não boatos, e eles não são bons. Excluídos – não sabemos por quem e nem por quê – das negociações, só nos resta, após a divulgação do projeto, discuti-lo na Assembleia Legislativa.


Como representante do povo e da Corporação, pelo voto, Vossa Excelência sabe do que estamos falando. Esse projeto de implementação do subsídio é de mão única, antidemocrática e produzido nos “porões palacianos”. Se alguém da Corporação dele participou, não foi pelo voto dos pares e nem pelo consenso dos que o detém.
Por isso, estamos pleitando que o projeto não seja açodado na ALEP, para que seja trabalhado no que for possível e discutido com franqueza e realismo. Impô-lo talvez não seja o melhor negócio para ninguém.


Veja só, parece que se quer levar a ALEP a participar da força da democracia, anulando o trabalho da legislatura de 2010 que demonstrou sensibilidade e afirmação popular ao aprovar a Emenda 29, depois de dezenas de audiências públicas na capital e no interior. Acredito que isto não é justo para a classe, para a Assembleia Legislativa e até para o Governo.


http://amai.org.br




Causar poluição sonora é crime.


Causar poluição sonora é crime.

Art. 54 da Lei nº 9.605/98. Pena: reclusão, de um a quatro anos, e multa

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PMB tem seu registro aprovado junto ao CNPJ - PolicialBR

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EMENDA 29: NOVIDADES SOBRE O SUBSÍDIO ~ B.O. de Stive

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Em município do Paraná, internet é gratuita para quem está em dia com impostos


Em município do Paraná, internet é gratuita para quem está em dia com impostos
Quinta-Feira - 29/03/2012 - por Agência Brasil 


No encontro de prefeitos esta semana, em Brasília, o principal assunto é a pauta de reivindicações apresentada ao governo. No entanto, iniciativas isoladas e de grande efeito local são compartilhadas. É o caso do município paranaense de Bom Sucesso do Sul, que conseguiu levar, com recursos próprios, internet banda larga gratuita para os 3,3 mil habitantes. O 1º Encontro de Municípios com Desenvolvimento Sustentável, organizado pela Frente Nacional de Prefeitos, ocorre até amanhã (29) na capital federal.


De acordo com o prefeito, Elson Munaretto, para fornecer o serviço à população, a prefeitura ofereceu aos moradores o provedor criado anteriormente para atender à administração do município. Para ter direito à internet gratuita, os moradores precisam estar em dia com o pagamento dos impostos municipais.


“É uma iniciativa simples, barata e inovadora. Além de combater a inadimplência, a gente faz com que as pessoas que moram em uma cidade pequena como a nossa tenham acesso à informação. Isso faz com que as pessoas permaneçam na nossa cidade e que a população rural não deixe a vida no campo e continuem produzindo. As pessoas não vão embora de uma cidade pequena se elas sabem que estão conectadas ao mundo”, destacou o prefeito.


Para ter acesso à internet, o morador de Bom Sucesso do Sul tem que se cadastrar no portal criado pela prefeitura e obter sua senha. “O provedor serve tanto à administração pública quanto à população”, destacou.


A proposta sensibilizou o governo do Paraná e, de acordo com o prefeito, a companhia energética do estado, a Copel, vai instalar cabos de fibra ótica para melhorar o acesso a uma internet mais rápida. “Essa instalação não terá custos para a prefeitura. Nós só teremos custos com a manutenção”, destacou o prefeito.


http://www.oablondrina.org.br

Oi não pode cobrar por uso do 102 até distribuir gratuitamente listas telefônicas


Oi não pode cobrar por uso do 102 até distribuir gratuitamente listas telefônicas
Quinta-Feira - 29/03/2012 - por TRF2 


A operadora de telefonia Oi não pode cobrar pelo acesso ao serviço de auxílio à lista, fornecido pelo número 102, até que a empresa  distribua listas telefônicas gratuitamente a todos os assinantes. A ordem é do juiz federal convocado José Arthur Diniz Borges, que deferiu liminar pedida pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão ajuizara ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro contra a Telemar Norte Leste S/A.


         Em seus argumentos, o MPF lembrou que a Resolução 439, de 2006, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), obriga as operadoras a distribuir listas sem ônus para os consumidores.  A primeira instância negou o pedido de liminar e, por conta disso, o MPF apresentou agravo de instrumento no TRF2. O mérito da ação ainda será julgado pelo primeiro grau da Justiça Federal.


         Na liminar, José Arthur Diniz Borges destaca que além da resolução da Anatel, a Lei 9.472, de 1997, estabelece que "é obrigatório e gratuito o fornecimento, pela prestadora, de listas telefônicas aos assinantes dos serviços, diretamente ou por meio de terceiros, nos termos em que dispusera a Agência".


         Para o magistrado, não é admissível que os usuários sejam cobrados pelo serviço de auxílio à lista enquanto não tiverem recebido o catálogo, sem custo: "Não se pode negar, desta maneira, o pleito formulado no presente agravo de instrumento, uma vez que os consumidores, além de ainda não estarem recebendo a lista impressa, têm que pagar ao se utilizarem do serviços de auxílio à lista".


Proc. 2012.02.01.001500-9


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OAB Nacional e procuradores-gerais firmam pacto para combate à corrupção


OAB Nacional e procuradores-gerais firmam pacto para combate à corrupção
Quinta-Feira - 29/03/2012 - por Conselho Federal 


O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG) celebram hoje (29), às 12h, em Belo Horizonte (MG),  parceria de trabalho para ampliação do combate à corrupção em todo o País.


Pelo termo de cooperação a ser assinado pelas duas entidades serão desenvolvidas ações conjuntas, no âmbito dos projetos "Observatório da Corrupção" (da OAB) e "O que você tem a ver com a corrupção?" (do CNPG), com vistas "à sensibilização e envolvimento da sociedade no crescente comprometimento com a transparência na gestão pública, a inclusão social, a cidadania e a democracia".


Pela OAB Nacional, o signatário do acordo será o presidente da Seccional da entidade em Minas Gerais, Luis Cláudio Chaves, designado pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante; pelo CNPG, o termo será assinado por seu presidente, o procurador-geral Cláudio Soares Lopes.


Para o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, que não poderá estar presente ao ato da assinatura do acordo em razão de ter viajado a São Paulo para reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais da entidade -, essa iniciativa tem sobretudo sentido de fortalecer a cidadania na sua luta no combate à corrupção e em defesa da erário do Estado e da coisa pública.


Uma campanha nacional será desenvolvida  dentro dos projetos do "Observatório da Corrupção" e do "O que você tem a ver com a corrupção?", orientando sobre o encaminhamento de denúncias sobre casos de corrupção aos poderes públicos, particularmente ao Judiciário.


Conforme os termos do acordo, a campanha buscará também ampliar parcerias com a sociedade civil organizada, suas entidades de classe, com os governos e empresas visando a criar a conscientização sobre a importância da transparência na gestão com a coisa pública, a honestidade  e a conduta correta das pessoas, visando a construção de uma sociedade mais justa.


http://www.oablondrina.org.br




"A COMPANHIA"



Vendo Ao Seriado Prison Break, Fez Me Lembrar De Algumas Coincidências.
A História Gira Em Torno De Um Homem Que Foi Sentenciado À Morte Por Um Crime Que Não Teria Cometido E De Seu Irmão Que Elabora Um Plano Para Tirá-Lo Da Prisão Antes Que A Sentença Fosse Executada.
O Irmão De Michael Scofield, Lincoln Burrows, Está No Corredor Da Morte E Será Executado Em Alguns Meses, Após Ser Condenado Por Um Assassinato, Que Michael Está Convencido Que Lincoln Não Cometeu.
No Decorrer Da Trama Michael Descobre, Uma Organização Chamada "A Companhia", A Qual Tenta Incriminar Seu Irmão Do Assassinato.

A Tal Companhia É Uma Organização Criminosa, Que 
Não Medirá Esforços Para Conseguir O Que Quer.

 Michael Consegue Juntamente Com Irmão E Alguns Detentos, Aos Quais Fora Obrigado A Fazer Conchavos, A Fugir Da Penitenciária.
Fuga Agora Não É Mais De Uma Cadeia, Mas Sim Do País Todo, Pois Agora São Fugitivos Procurados, Tendo Suas Fotos Divulgadas Por Todo Os Estados Unidos, Além Da Companhia Atrás Dos Irmãos.
Descobrem A Verdade De Que O Homem Que Lincoln Foi Acusado De Ter Matado Não Está Morto E Tudo Não Passava De Um Plano Da Vice-Presidente Caroline Reynolds.
A Companhia Coloca No Caso O Agente Especial Do FBI Alexander Mahone, Que Também É Extremamente Inteligente, Ele Consegue Deduzir Os Passos De Michael Scofield Pela Análise De Suas Tatuagens(Onde O Plano De Fuga De Michael Estava Gravado).
Mahone Que Estava Sendo Chantageado Pela Companhia, Por Ter "Executado" Um Maníaco, Recebe A Ordem De Eliminar Os Irmãos E Todos Os Outros Fugitivos.
Enfim, A Tal Companhia Tem Tentáculos Em Todos Os Lugares, E Todas As Vezes Que Michael Scofield, Lincoln Burrows, Pensam Estar Seguros, A Companhia Os Acha E Tenta Elimilá-Los.
Eles só conseguem se livrar da tal companhia, parando de fugir, e enfrentando a a organização criminosa.
A Atitude Do Conselho Federal Da Ordem Dos Advogados Do Brasil (OAB) E O Conselho Nacional Dos Procuradores-Gerais (CNPG), É Louvável, Mas Da Mesma Forma, Existe Neste Brasil Muitas Companhias, Aos Quais Tem Interesses 
variados, Eles "A COMPANHIA", Vão Defender Esses Interesses Custe O Que Custar.

E LEMBRE-SE:

Prison Break, É UMA OBRA DE FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM O NOSSO BRASIL É MERA COINCIDÊNCIA.

quarta-feira, 28 de março de 2012

G1 - Justiça do Paraná condena homem a prisão por dirigir embriagado - notícias em Paraná

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PR: SUBSÍDIO: Votação em turno único. Olha o golpe! | Profissão PM

PR: SUBSÍDIO: Votação em turno único. Olha o golpe! | Profissão PM

PR: Governo “tira da gaveta” promoção de Aspirantes | Profissão PM

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PR: SUBSÍDIO: Onde estão as Associações? Conformismo ou perda de espaço? | Profissão PM

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Projeto de Cida Borghetti responsabiliza aluno que desrespeitar o professor | Fábio Campana

Projeto de Cida Borghetti responsabiliza aluno que desrespeitar o professor | Fábio Campana

O policial é uma liderança política


O ELEFANTE AMARRADO COM BARBANTE


ABORDAGEM POLICIAL
DANILLO FERREIRA


Os últimos movimentos reivindicatórios realizados por policiais militares no Brasil têm demonstrado que quando os governos se mobilizam contrariamente às reivindicações (e dificilmente não o fazem), a maioria das instâncias públicas e privadas que poderiam dar apoio aos policiais aderem aos “argumentos” governistas: o Judiciário decreta a ilegalidade dos movimentos, o Ministério Público denuncia policiais, a imprensa não dá voz às reivindicações e tenta boicotá-lo através de expedientes com requintes de manipulação.


Neste cenário, qual deve ser a tática utilizada pela categoria policial para conquistar direitos, obrigando os governos a cumprirem com seus papéis de dignificação dos trabalhadores da segurança pública?


A primeira saída considerada, e a que aparentemente se torna mais eficiente, é que os policiais e bombeiros brasileiros elejam seus próprios representantes, seja nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, no Congresso Nacional ou mesmo no Executivo.


Só tomando como base a quantidade de policiais e bombeiros militares brasileiros, cerca de 434.122, conforme levantamento da Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM), e levando em conta o potencial de liderança comunitária de cada um desses profissionais, possuindo cada um deles a capacidade de “conquistar” dez votos, além do seu próprio, a influência política alcançada é a seguinte:






Contando com o apoio de familiares e pessoas próximas, é de se crer que dez votos sejam bem menos que o possível.


Além disso, este número cresce significativamente se considerarmos os policiais civis, os guardas municipais e os policiais federais e rodoviários federais.


Naturalmente, é preciso que haja entidades que agreguem lideranças locais no âmbito nacional, definindo procedimentos regionais que garantam a representatividade política através do voto unificado da categoria. 


Se existe a “bancada dos evangélicos”, que defende a causa religiosa protestante, a “bancada da motosserra”, que defende os interesses de desmatadores, além de outros tantos setores (legítimos ou não), por que os policiais não podem se unir através do voto em torno de seus objetivos?


Trata-se de um modo democrático, legal e relevante de ganhar visibilidade política.


Para uma categoria que pode votar mas não pode se manifestar, explorar o voto parece ser a melhor alternativa.


Ou vão acusar os profissionais de segurança pública de “golpistas” por isso?


http://renataaspra.blogspot.com.br

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mais perto do 666? Europa se prepara para abolir o dinheiro


Mais perto do 666? Europa se prepara para abolir o dinheiro


Suécia já tem um plano em andamento para dar fim a notas e moedas
Em muitos países europeus, os cartões de débito e crédito e as transferências online já substituíram o dinheiro em espécie. Na Suécia, o debate é sobre quando será extinta a necessidade de se carregar dinheiro.


Um dos benefícios apontados é reduzir a delinquência, em especial os assaltos. “Se pudermos reduzir a quantidade de dinheiro que circula nos bancos e na sociedade, também reduziremos os roubos”, afirmou Marie Look, do sindicato dos bancários. “Quando abandonarmos totalmente o dinheiro, não haverá mais roubos, porque não fará sentido assaltar um banco que não tenha nada para ser levado”.


Desde 2010 há uma campanha pelo fim do dinheiro no país que conta, inclusive, com o apoio de famosos, como o ex-membro do grupo Abba, Bjorn Ulvaeus. Ele disse:  “Não há razão prática clara, até onde eu possa ver, para continuar usando notas e moedas. O que existe são óbvias vantagens de se desfazer delas. A Suécia poderia ser o primeiro país do mundo a adotar essa medida”.


A Suécia, curiosamente, foi o primeiro país europeu a introduzir as notas guardadas em bancos, em 1661. Agora pode liderar a Europa para se livrar-se delas. Sendo um país que convive com a alta tecnologia, em breve o dinheiro digital deve ser uma realidade.


Na maioria das cidades suecas, os ônibus já não aceitam dinheiro. Os passes são pré-pagos ou adquiridos com uma mensagem de texto de telefone celular. Um número crescente de empresas só aceitam cartões, e algumas agências bancárias só fazem transações eletrônicas.


O declínio no uso do dinheiro é perceptível até mesmo nos templos religiosos, como na Igreja de Karlshamn, sul da Suécia. O pastor Johan Tyrberg recentemente instalou um leitor de cartões para tornar mais fácil a vida dos fiéis que desejam fazer oferendas.


“As pessoas vinham até mim muitas vezes e diziam que não tinham dinheiro, mas ainda assim  gostariam de doar”, diz Tyrberg.


Cédulas e moedas representam apenas 3% da economia da Suécia, em comparação com uma média de 9% nos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, de acordo com o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.


A prevalência de transações eletrônicas – e o rastro digital que geram – pode ser um problema para muitos por violar a “privacidade” das transações em dinheiro vivo.


Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, Banhof, diz que uma economia totalmente digital sempre deixará um “rastro” dessas transações. Ele apoia a ideia de acabar com o dinheiro, mas ressalta: “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele.


Um passo importante foi dado pela empresa sueca iZettel, que  desenvolveu um sistema onde qualquer telefone celular do tipo smartphone funcione como uma “carteira virtual”. Os maiores bancos da Suécia devem lançar ainda este ano seu próprio sistema, que permite aos clientes transferir dinheiro em tempo real usando seus telefones.


A maioria dos especialistas acredita que o dinheiro da forma como conhecemos dentro em  breve poderá ser um artigo raro na Europa, um produto em verdadeiro “perigo de extinção”.


Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por um sistema eletrônico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”.


Com informações CBS News
http://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 22 de março de 2012

Estado laico é diferente de Estado antirreligioso


RELIGIÃO E ESTADO


Estado laico é diferente de Estado antirreligioso


Por Paulo Henrique Hachich De Cesare


Há poucos dias foi noticiado que o Conselho da Magistratura do TJ/RS, em decisão unânime, acatou pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais sobre a retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha[1]. E prosseguia a notícia: Disse o magistrado que resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios.


A decisão acima citada, segundo entendemos, subverteu o conceito de Estado Laico e mais particularmente do Estado brasileiro, como delineado pela Constituição Federal de 1988.


Como é de sabença trivial, Estado laico, secular ou não confessional é aquele que não adota uma religião oficial e no qual há separação entre o Clero e o Estado, de modo que não haja envolvimento entre os assuntos de um e de outro, muito menos sujeição do segundo ao primeiro. Portanto, de plano se verifica que Estado laico não é sinônimo de Estado antirreligioso.


Antes de prosseguir, convém repisar a diferença entre dois conceitos: laicidade e laicismo.


De modo bastante sucinto, a laicidade é característica dos Estados não confessionais que assumem uma posição de neutralidade perante a religião, a qual se traduz em respeito por todos os credos e inclusive pela ausência deles (agnosticismo, ateísmo). Já o laicismo, igualmente não confessional, refere-se aos Estados que assumem uma postura de tolerância ou de intolerância religiosa, ou seja, a religião é vista de forma negativa, ao contrário do que se passa com a laicidade.


A Constituição Federal de 1988, como de resto a maioria das anteriores, não permite nem mesmo que se cogite ou suspeite de laicismo no Estado brasileiro. Com efeito, qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo, pois já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Obviamente, um Estado que se constitui sob a proteção de Deus pode ser tudo, menos um Estado ateu ou antirreligioso.


Decerto, porém, que o apreço e o reconhecimento dos valores religiosos não ficaram somente no preâmbulo. Longe disso, a Constituição de 1988 foi bastante zelosa ao dispor sobre estes valores. Confira-se:


Art. 5º ...


(...) VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;


VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;


VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;


Art. 143. O serviço militar é obrigatório nos termos da lei.


§ 1º - às Forças Armadas compete, na forma da lei, atribuir serviço alternativo aos que, em tempo de paz, após alistados, alegarem imperativo de consciência, entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política, para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar.


§ 2º - As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz, sujeitos, porém, a outros encargos que a lei lhes atribuir.


Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:


(...) VI - instituir impostos sobre:


(...) b) templos de qualquer culto;


Art. 210. ...


§ 1º - O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.


Art. 226. ...


(...) § 2º - O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.»


E o apreço é tal pela religião que até o art. 19, que define a laicidade de nosso Estado, não deixa de conferir garantias religiosas:


Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:


I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (g.n.)


Note-se que as vedações deste art. 19 são claríssimas: não estabelecer cultos religiosos nem igrejas, não subvencioná-los e não manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança. É certo que este dispositivo deve ser interpretado taxativamente, pois se trata de norma restritiva. Assim sendo, surge naturalmente a pergunta: de que forma um crucifixo na parede incorreria em alguma das vedações do art. 19, inc. I da Constituição Federal? A resposta é óbvia: de forma nenhuma. E se não incorre nas citadas vedações não há nada que justifique sua proibição. Acreditamos que esta razão baste para demonstrar o equívoco da decisão gaúcha, mas há mais.


Partindo de outro enfoque, abstraindo a conclusão do parágrafo anterior, podemos ir direto ao ponto e indagar: a existência de algum símbolo religioso em prédio público macula a laicidade do Estado brasileiro?


A resposta nos parece de uma clareza solar, podendo ser facilmente encontrada a partir de outras singelas indagações, com base nos dispositivos constitucionais acima transcritos. Algo assim: o fato de o Estado ...


a) assegurar o livre exercício dos cultos religiosos e garantir a proteção aos locais de culto e a suas liturgias, fere a laicidade do Estado?


b) assegurar a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva, fere a laicidade do Estado?


c) permitir que alguém oponha validamente sua crença religiosa ao cumprimento de obrigação legal a todos imposta, mediante prestação alternativa, fere a laicidade do Estado?


d) eximir do serviço militar obrigatório, mediante serviço alternativo, quem alegar imperativo de consciência decorrente de crença religiosa, fere a laicidade do Estado?


e) isentar do mesmo serviço obrigatório os eclesiásticos, compromete a laicidade do Estado?


f) conceder imunidade de impostos aos templos de qualquer culto, não fere a laicidade do Estado?


g) prever o ensino religioso facultativo como disciplina dos horários normais das escolas compromete a laicidade do Estado?


h) conferir efeito civil ao casamento religioso, na forma da lei, não fere seu caráter laical?


i) impor a si mesmo a proibição de embaraçar os cultos religiosos, não compromete seu caráter laico?


A resposta a todas as indagações acima é necessariamente negativa, pois o contrário corresponderia à negação do Estado laico, e sem esta premissa não subsistiria a presente questão.


A próxima pergunta, então, é óbvia e certamente já está na mente do leitor: se nada disso compromete o caráter laico do Estado, pois tudo está previsto na Constituição, como seria possível que algo muito mais singelo, como um simples crucifixo na parede, pudesse malferir a laicidade do Estado?


Com todas as vênias, nos parece absurdo supor que a mesma Constituição que abre mão de cifras milionárias com a concessão de imunidade aos templos de qualquer culto (templo este que é considerado em sentido lato pela jurisprudência), e que se desdobra para tutelar os valores religiosos, conforme visto nos dispositivos acima transcritos, possa proibir, implicitamente(!), a permanência de símbolos religiosos que tradicionalmente se encontram em alguns prédios públicos.


Com efeito, quem pode o mais, pode o menos, não há como fugir deste truísmo. Assim, se a Constituição admite o mais no campo religioso, sem que se possa considerar o Estado menos laico por conta disso, é evidente que também admite o menos (o crucifixo na parede).


Outro ponto que muito nos preocupa neste tema – e que vem se tornando lamentavelmente comum – é a utilização repetitiva de sofismas. Trata-se de afirmações vazias que procuram transformar o absurdo em lógica, é o caso noticiado do Conselho da Magistratura gaúcha, segundo o qual “resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”.


Ora, nada mais equivocado. Nada além de uma frase bonita, mas sem conteúdo: resguardar do quê? De algo vedado pela Constituição? Já se viu que não. Único caminho para onde, para quê? Para a intolerância. Ao contrário do afirmado pelo referido Conselho, acreditamos que o que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico se chama respeito, e compreensão acerca da herança cultural e religiosa de um país. Portanto, a presença de um símbolo religioso numa repartição pública, só por si, não tem o condão de nem mesmo arranhar a laicidade do Estado.


Argumenta-se ainda (incansavelmente), que os símbolos são cristãos e nem todos o são, daí a inconstitucionalidade. Este tipo de argumento traz à memória um fato noticiado há algum tempo, uma pós-adolescente, mulher de um jogador de futebol, se negara a entrar no carro de sua mãe por haver nele uma pequena imagem religiosa, doutra fé que não a da garota. Ou seja, intolerância religiosa pura. E não é nada além desse tipo de intolerância que o Judiciário tutela quando determina a retirada de objetos religiosos tradicionais das repartições públicas, sob a alegação de estar agindo em defesa da laicidade ou de qualquer outro princípio republicano.


Não se perca de vista que o Brasil é um país eminentemente cristão, logo, qual o tipo de imagem religiosa que se supõe encontrar disseminada? Haveria aí alguma concessão do Estado em prol de uma religião e em detrimento das outras? De modo algum, pois ou tais imagens estão por tradição nos referidos prédios, algumas há séculos, ou são miudezas carreadas pela fé e tradição dos que laboram no local, nada além.


E o não-cristão? E o ateu e o agnóstico? Como ‘ficam’? Esses não terão sua esfera jurídica atingida em absolutamente nada, pois, se não forem cristãos, basta ignorar o crucifixo ou considerá-lo como um penduricalho na parede. Ou assim ou teremos um Judiciário que premia a intolerância e se vocaciona ao acolhimento das pretensões mais mesquinhas que insistem em acompanhar a humanidade através dos séculos.


[1] http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI151274,21048-Determinada+a+retirada+dos+crucifixos+dos+predios+da+Justica+gaucha


Paulo Henrique Hachich De Cesare é advogado.


Revista Consultor Jurídico, 21 de março de 2012


http://www.conjur.com.br

quarta-feira, 21 de março de 2012

Senado aprova benefício por invalidez para servidor « Jornal Flit Paralisante

Senado aprova benefício por invalidez para servidor « Jornal Flit Paralisante

Guerra da Água é silenciosa, mas já está em curso

POLÍTICA CIDADANIA E DIGNIDADE: Guerra da Água é silenciosa, mas já está em curso

Comprador de carro indenizará vendedor por não transferir documento para seu nome


Quarta-Feira - 21/03/2012 - por TJ-DFT 


Comprador de carro indenizará vendedor por não transferir documento para seu nome


Passados quase dez anos da venda de um veículo VW/Santana, ano 1992, a viúva do vendedor, ao efetuar os procedimentos para o inventário de seu falecido marido, em 2009, descobriu que o nome dele estava inscrito na dívida ativa do GDF, exatamente por falta de pagamento de taxas e impostos do veículo, vendido no ano de 2000. Ela entrou com uma Ação de Obrigação de Fazer c/c Indenização por Danos Morais. O Juiz da Primeira Vara Cível da Circunscrição de Sobradinho, deu-lhe êxito no pedido, determinando que o comprador regularize a situação do veículo junto ao DETRAN/DF e pague indenização no valor de R$ 4 mil. 


O comprador não ficou satisfeito e entrou com recurso para a segunda instância, alegando que o pedido havia prescrito, já que se passaram quase dez anos desde a venda do veículo e ainda que a obrigação de comunicar a transferência de propriedade do veículo aos órgãos de trânsito é do vendedor. E ainda afirmou que não ser impossível realizar a transferência da documentação do veículo, porque ele foi vendido a um terceiro que ele não mais tem condições de localizar. Ele também pediu a diminuição do valor da indenização por danos morais. 


Ao analisar o recurso, o Desembargador relator do processo na 4ª Turma Cível entendeu que não se pode falar em preclusão, no caso em análise, porque a violação do direito da viúva do vendedor não se deu quando da venda do veículo, mas sim a partir "da omissão do réu em promover a transferência da documentação junto ao DETRAN/DF, fato que perdura até o momento". 


O Desembargador concorda com o comprador de que "é dever do proprietário anterior comunicar a transferência de propriedade do veículo ao órgão de trânsito", mas ressalta que também é obrigação do vendedor "regularizar a documentação do bem, além de pagar os impostos, multas, taxas e demais encargos incidentes sobre o bem". E como somente o comprador ou seu procurador tem poderes legais para realizar a transferência de veículo, "evidenciada a responsabilidade do réu na inscrição do nome do falecido marido da autora na dívida ativa do ente distrital", afirma o relator. 


Quanto ao pedido de diminuição do valor da indenização por dano moral, o Desembargador relator assevera que ela "tem o caráter não só de compensar a dor, mas também de penalização e de prevenção para evitar a reincidência. Tal compensação deve ser fixada levando-se em conta situação econômica das partes e a culpa do ofensor, bem como a repercussão do dano na vida do ofendido", por isso considerou justo valor definido na primeira instância de R$ 4 mil. 


Ele ainda salientou que em decisões de casos análogos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a indenização tem sido fixada em R$ 10 mil. No entanto, citando a sentença de primeira instância, lembrou que se a viúva ou o seu marido, quando em vida, "tivesse adotado as cautelas devidas não teria mais contratempos, de modo que o valor do dano será fixado em valor módico, evitando-se o enriquecimento indevido", assinalou o Juiz da Primeira Vara Cível de Sobradinho. 


Assim, o comprador teve seu recurso negado e ainda terá que cumprir a determinação de realizar a regularização dos documentos do veículo, mesmo que tenha sido vendido a terceiros, como alegado. 


Nº do processo: 2011 06 1 000162-4


http://www.oablondrina.org.br

sábado, 17 de março de 2012

Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs - noticia gospel

Maior líder muçulmano da Arábia Saudita pede a destruição de todas as igrejas cristãs - noticia gospel

FINAL FELIZ PARA ALINE CALZADO


HOJE, 15 DE MARÇO DE 2012 as 15 horas!
FOI UM DIA FELIZ!!! GRAÇAS A DEUS!!!
PELO RETORNO DE
ALINE CRISTINE KELLEN CALZADO GOMES
PARA PRÓXIMO DA FAMÍLIA.

Graças a Deus, na tarde de ontem reavemos nossa Aline, ela já se encontra com uma prima que mora nas proximidades de Campo Mourão,
A 16a. subdivisão da Polícia Civil de Campo Mourão, nos contatou informando que a Aline já estava com eles.


FICARÁ MARCADO EM NOSSAS VIDAS, A COMOSSÃO QUE SENTIMOS PELA
EFETIVA PARTICIPAÇÃO DESSA ENORME FAMÍLIA BRASILEIRA, QUE SE
UNIU EM TORNO DESSA NOSSA CAUSA, FORAM MUITAS LIGAÇÕES E
MUITOS EMAIL, VÁRIAS REDES DE RELACIONAMENTO, FAMÍLIAS, PESSOAS,
PROFISSIONAIS, REPORTERES, JORNAIS, TELEVISÃO, DIVERSAS IGREJAS, O
ROTARY, O LIONS, AS LOJAS MAÇÔNICAS, O GOVERNO DO PARANÁ, O
DETRAN-PR, AS POLÍCIAS FEDERAL, ESTADUAL, CIVIL E MILITAR, IRMÃOS,
COMPANHEIROS, AMIGOS, TODOS, QUE NOS EMOCIONARAM, E SOMOS
GRATOS.

NESSAS 98 HORAS, CONHECEMOS MUITOS QUE NOS DEIXARAM MAIORES
INTERIORMENTE, HOJE SOMOS MAIS FELIZES COM CERTEZA, RICOS! POIS
TEMOS MUITO MAIS AMIGOS. 

NÓS ESTAREMOS AQUI! PESSOALMENTE JÁ RESGATAMOS PESSOAS DAS
RUAS, VI MEUS PAIS AJUDAREM MUITOS CAMINHANTES, FAMÍLIAS,
CHEGAMOS A VÁRIOS DESTINOS SEM A BLUSA QUE DOAMOS PELO
CAMINHO, E HOJE RECEBEMOS DESTE MESMO CARINHO, E É
RECOMPENSADOR. 

AGRADEÇO A MINHA FILHA MARIANA E ESPOSA, QUE ESTIVERAM AO MEU
LADO, ÀS NOSSAS FAMÍLIAS, AOS COLEGAS DE TRABALHO, A TODOS!
ESTA VITÓRIA É DE TODOS VOCÊS TAMBÉM!

P.S.: RESERVO MEUS SENTIMENTOS POR TODOS QUE NÃO FORAM RESGATADOS
AINDA, E INTERCEDO PELA MESMA VITÓRIA.



A ALEGRIA VOLTOU!!! 
OBRIGADO DEUS!!!
MARIO CALZADO
CAMBARÁ - PARANÁ - BRASIL

Me esforço em entender os homens, mas definitivamente não entendo suas atitudes... (Mario Calzado)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Ninguem pode te amar como Jesus Te Ama

Ninguem pode te amar como Jesus Te Ama



http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=QwRsOEBzZss

Ninguem pode te amar como Jesus Te Ama

Ninguem pode te amar como Jesus Te Ama



http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=pVcNmPkYDRE

NINGUÉM PODE TE AMAR COMO JESUS TE AMA!

O AMOR MAIOR EM TODOS OS NÍVEIS DE RELACIONAMENTO, AMOR DO PRÓPRIO DEUS PELO SER HUMANO: O AMOR DE JESUS CRISTO!



http://www.youtube.com/watch?v=XtZR-ysRsZ0&feature=player_detailpage

Ninguem te ama como eu


Ninguém te Ama como Eu
olhe para a cruz, está é a minha grande prova.
Ninguém te Ama como Eu, Ninguém te Ama como Eu 
Olhe para a cruz foi por ti, porque Te amo.
Ninguém te Ama como Eu
Eu sei bem o que me dizes, ainda que nunca me fales.
Eu sei bem o que tens sentido, ainda que nunca me reveles:
"Tenho andado ao teu lado, junto a ti permanecido.
Eu te levo em meus braços, pois sou teu melhor amigo."...




http://www.youtube.com/watch?v=PUpEfieuUP8&feature=player_detailpage