segunda-feira, 23 de julho de 2012

Policial Militar leva dois tiros na cabeça dentro da viatura no patrulhamento solitário


Policial Militar leva dois tiros na cabeça dentro da viatura no patrulhamento solitário


Ele estava sozinho no momento do crime e fazia ronda na região.


O cabo da PMDF (Polícia Militar do DF) Mario Cesar Souza Dias, de 42 anos, levou dois tiros na cabeça na manhã desta segunda-feira (23) em São Sebastião, região administrativa do DF. O homem faz parte da corporação há dez anos.


O policial estava em uma viatura sozinho, fazendo ronda na região, e ao passar em um quebra-molas foi abordado por dois homens que estavam em outro veículo. 


Neste momento, um dos homens desceu do carro e disparou duas vezes mirando na cabeça do policial. Depois, entrou no carro e fugiu com o comparsa.


O crime aconteceu próximo ao posto de saúde da região, em frente ao Caic e ao lado do batalhão do Corpo de Bombeiros da cidade.


Equipes do resgate chegaram rapidamente, devido à proximidade da cena do crime, e prestaram os primeiros socorros à vítima no local.


O homem foi levado em estado gravíssimo ao Hospital de Base de Brasília de helicóptero. 


Algumas testemunhas estão na 30ª DP (São Sebastião) prestando depoimento. Policiais já estão nas ruas à procura dos suspeitos.


Para a polícia, ficou clara a intenção de matar o homem, já que foram dois tiros na cabeça da vítima.


A polícia acredita que tenha sido execução, ou seja, o crime foi encomendado por alguém.
R7.


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sexta-feira, 20 de julho de 2012

SERIES FRASES


De Joni Eareckson Tada, a tetraplégica mais famosa do mundo:
"Você pode ser surdo, mas consegue ouvir a voz de Deus; você pode ser cego, mas consegue ver a Luz do mundo; você pode ser paraplégico, mas consegue seguir a Cristo; você pode ser um deficiente mental, mas consegue ter a mente de Cristo".

De Richard Kriese, evangelista alemão:
"A vida do evangelista deve estar crucificada com Cristo, morta em Cristo, sepultada em Cristo e elevada aos lugares celestiais em Cristo".

 Do Padre Artur Betti, de Piçarras, SC, em carta a Ultimato:
"Todos os cristãos esclarecidos estamos carecas de saber que Cristo é realmente o único e suficiente Salvador. Ele é o caminho para o Pai: ‘Ninguém vem ao Pai a não ser por mim’ (Jo 14.6, 1 Tm 2.5). Verdadeiramente Jesus não é somente mediador da graça, mas a graça salvífica, personificada em si mesmo".

 De Russell Shedd, conhecido escritor e pregador residente em São Paulo:
"Avivamento é quando o Jesus histórico de dois mil anos atrás
 torna-se o Jesus de hoje".

 Da Madre Tereza de Calcutá, em entrevista a Leigton Ford:
"Nosso lema é por Cristo, com Cristo e para Cristo. Meu recado aos evangelistas é que sejam santos e amem as pessoas".


De Augusto Gotardelo, pastor jubilado:
"Estar em Cristo é assumir uma posição física e moral que não só dignifica o homem e o credencia para a vida eterna, mas faz dele instrumento de bênçãos para a sociedade".


De Gordon Ernesto Johnson:
"Somente o aprofundamento da união com Cristo - judicial, vital e espiritual - pode sustentar-nos no trabalho duro e nos momentos de forte angústia".


De João Amós Comênio, escritor e pedagogo tcheco do século XVII:
"Ora, Cristo, o filho do Deus vivo, é, de fato, o nosso precursor (Hb 6.20), o primogênito dos irmãos (Rm 8.29), a cabeça de seus membros (Ef 1.22-27), o arquétipo de todos aqueles que devem ser reformados à imagem de Deus (Rm 8.29)".


Georges Gusdorf
Somos contemporâneos do fim de um mundo;
o cataclismo está em andamento e de nada desconfiamos."

 Nelson Lobo de Barros
"E essas criaturas, não obstante verem esses sinais, não obstante sentirem esses cataclismos, observarem os terremotos, maremotos, inundações, guerras, esses avisos gritantes do Alto, prosseguirão cegas, vivendo o dia-a-dia como se nada estivesse acontecendo, completamente surdas, completamente cegas às advertências que se repetem todos os anos, aos nossos olhos."

 Pietro Ubaldi (1886-1972)
"O momento histórico atual é muito grave. Ele está se tornando cada dia mais grave. Somos chegados à plenitude dos tempos. Pregações foram feitas bastante, avisos foram dados, mas o mundo continuou pelo seu caminho sem prestar ouvidos."

 Jacob Lorber (1800-1864)
"E logo chegará a hora em que a estrutura social de sua sociedade,
que vocês julgam eterna, desmoronará.(...)
Horríveis cataclismos acontecerão, calamidades nunca vistas assolarão o planeta. Acidentes, doenças e catástrofes naturais precederão a grande destruição,
e serão as últimas tentativas de salvação do que pode ser salvo.(...)
Ocorrerão grandes terremotos na Terra e tempestades no mar.
Em muitas regiões o mar engolirá a costa e os homens ficarão apavorados,
pensando nos desastres que ainda assolarão a Terra.(...)
Muitos sinais nos céus e muitos videntes e profetas avisarão os homens,
mas poucos ligarão.(...)
E assim vocês têm avisos e profecias mais que suficientes."

Pierre Viret (?-1571)
"Dei-me conta desse mundo que vejo como um velho edifício arruinado, do qual a areia, a argamassa e as pedras e sempre alguma pequena porção de muralha caem pouco a pouco. O que mais podemos nós esperar de tal edifício senão uma ruína súbita, até mesmo à hora em que nisso menos se pensará?"



"A política será sem princípio,
a lei sem amor
e as transações sem ética;
os prazeres físicos estarão no extremo;
não haverá respeito pelos idosos
nem amor pelos jovens;
o conhecimento da ciência
será usado para a destruição da humanidade;
a irreligião passará por religião
e Bhakti [devoção ao Absoluto]
estará preenchida de fé cega (...);
haverá gêneros alimentícios vendidos em pacotes
e leite em garrafas;
os clãs terão perdido suas responsabilidades
e não haverá mais pureza
entre membros de uma mesma família;
o homem comerá o homem;
a morte súbita resultará em espíritos vagantes;
o tempo e as estações se tornarão imprevisíveis."
Mahabharata (aprox. Séc. II a. C.)



sexta-feira, 13 de julho de 2012

A DIFERENÇA ENTRE O LÍDER E O CHEFE


A velha máxima de que a hierarquia e a disciplina são os sustentáculos das corporações vai se fragilizando


ESCOLHAS:


Ao longo dos tempos vai se cristalinizando que a hierarquia nas corporações militares no Brasil manteve-se alicerçada sob os auspícios da disciplina. Pois os exemplos que dão sustentação a essa afirmativa estão presentes em inúmeros episódios ocorridos e que ocorrem rotineiramente nos quartéis e locais sob a égide da autoridade militar.




A velha máxima de que a hierarquia e a disciplina são os sustentáculos das corporações e que devem ser mantidas a qualquer custo como única opção de sobrevivência da corporação militar estadual, vai se fragilizando e mostrando que é perfeitamente cabível colocá-las em prática atendendo tardiamente a um novo modelo, onde os direitos humanos e os direitos fundamentais dos integrantes da instituição militar possam ser respeitados e vivenciados.


As abordagens dentro dessa visão, existentes ainda nos instrumentos legais utilizados na caserna, mostram que em verdade e ao longo do tempo foram factóides, usados apenas para mostrar e demonstrar direitos que foram usurpados das graduações mais inferiores.


As verdadeiras argumentações e muita das vezes, a razão cristalina defendida perdia sua sustentabilidade simplesmente no convencimento da autoridade de que para mantê-la, utilizava a legalidade dos instrumentos (regulamentos) para satisfazer suas vontades.


Eram comuns até mesmo pessoas estranhas a caserna, investirem-se ou revestirem-se desse pensamento para defender a utilização ferrenha de instrumentos que já não mais são aceitos na era em que o estado democrático de direito vai se fortalecendo e ganhando corpo em todos os aspectos da vida nacional.


Quantas imoralidades não foram cometidas e continuam ainda a desafiar os policiais militares, sob o manto da legalidade?
- Punições privativas de liberdade, ferindo flagrantemente o direito constitucional de ir e vir, sem levar em conta a utilização dos sagrados princípios constitucionais (sem a observância integral do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório, do cerceamento de defesa) e tantos outros insculpidos na carta maior do país e nos instrumentos internacionais assinados em que os governos do Brasil juraram defender.
- Ascensão sem oportunidades iguais, subjetivas e privilegiando aqueles que pela oportunidade estão mais próximos de quem possui o poder decisório.
- Transferências para locais mais longe de seus domicílios, dificultando a convivência familiar.
- Designações para funções contraditórias as formações, habilidades e vontades.
- Cortes de gratificações.


Tudo isso e mais algumas outras situações, são exemplos que ainda ocorrem freqüentemente e são submetidos todos aqueles que ousam discordam de posições, que atrapalham interesses ou simplesmente são alvos de experimentarem a demonstração do poder de mando, estando motivada tão simplesmente em vinganças pessoais, inveja ou ainda na pura maldade, numa óbvia demonstração de que os que cometem, sentem-se inferiorizados, deixando claro as suas incapacidades de não poderem superar seus algozes.


Mas como o mal não perdura para sempre, consciências vão se despertando e buscando caminhos para as necessárias mudanças; pessoas dotadas de virtudes inatas vão aflorando e através de suas ações e comportamentos vão aglutinando outras a se irmanarem na busca de objetivos comuns.


São as chamadas lideranças naturais que diferentemente da grande maioria dos chefes, estes últimos investidos de funções que possuem maior autoridade, aos poucos vão ganhando espaço na discussão das tardias mudanças que devem ser operacionalizadas.


Muita das vezes, nós como seres humanos temos que operar mudanças internas, revendo conceitos e valores, adequando-os inclusive a realidade, o que não quer dizer mudança de personalidade ou caráter (estes são imutáveis), mas sim ajudar a consertar o que está errado, contribuir para um processo de amadurecimento pessoal e institucional.


É uma questão de escolha e alguém já profetizou: “A vida é feita de escolhas, quando se dá um passo para frente, inevitavelmente alguma coisa fica para trás”.


São Luís-MA, 19 de maio de 2012.


TEN CEL QOPM Carlos Augusto FURTADO Moreira
celqopmfurtado@hotmail.com
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http://www.celqopmfurtado.blogspot.com/


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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Alimentos para filha são responsabilidade do casal, não apenas do pai


Alimentos para filha são responsabilidade do casal, não apenas do pai


Segunda-Feira - 02/07/2012 - por TJ-SC 


A 2ª Câmara de Direito Civil decidiu, por unanimidade, reduzir de R$ 6 mil para R$ 3 mil o valor da pensão paga por um pai à sua filha. A decisão reformou sentença da comarca da Capital, em ação na qual um empresário questionava o valor exigido pela mãe da menina, uma arquiteta com quem manteve relação estável de 2009 a 2011. A câmara reconheceu que, independentemente da situação financeira do pai, a mãe também deve cobrir parte das despesas da filha.


   O empresário afirmou que o pacto de união estável fixava o regime de separação total de bens e renúncia a alimentos em caso de extinção da sociedade de fato. Detalhava, ainda, que as despesas listadas em eventual ação de alimentos, como internet, telefone, faxineira, gasolina, prestação de apartamento, IPTU, condomínio, natação, lavanderia e estacionamentos, caberiam à mãe, que já custeava esses valores.


   O autor acrescentou que a ex-companheira nunca dependeu financeiramente dele, por ser jovem, morar sozinha, ter imóvel próprio e profissão, embora diga estar desempregada. Assim, defendeu que a mulher deve arcar com metade das despesas da filha, e ofereceu o pagamento de dois salários-mínimos mais plano de saúde para a criança.


   O relator, desembargador substituto Gilberto Gomes de Oliveira, reconheceu em parte o pedido e admitiu que a obrigação alimentar não pode ser medida apenas pelos recursos do pai. O magistrado observou, ainda, que antes da união a mulher já tinha independência financeira e arcava com todas as suas despesas.


   Outro ponto destacado pelo relator foi a ausência de comprovantes de gastos específicos com a filha, os quais entendeu serem de fácil demonstração. Para Oliveira, a discussão concentrou-se no sustento da filha traduzido em despesas com alimentação, vestuário, educação e recreação, além de gastos com farmácia, babá e plano de saúde.


   “Não me convenço que uma criança que nem sequer completou dois anos de idade necessite, a título de alimentos pagos apenas pelo pai, de R$ 6 mil, ainda que este acumule vasta fortuna, mormente porque, como consignei algumas vezes neste arrazoado, a responsabilidade pela criação da pequenina não recai apenas sobre os ombros do varão ou da mulher: é do casal”, finalizou o relator.


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Contribuinte do IPTU é quem tem posse ou propriedade de imóvel


Contribuinte do IPTU é quem tem posse ou propriedade de imóvel


Segunda-Feira - 02/07/2012 - por TRF1 


O Tribunal Regional Federal da 1ª Região mantém ação de execução fiscal proposta pelo Município de Rio Branco contra a Caixa Econômica Federal, por entender que a falta de registro do imóvel sobre o qual recai a dívida executada em nome da instituição financeira não afasta a cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).


Indignada com a decisão proferida na primeira instância, a Caixa Econômica Federal interpôs agravo de instrumento no qual afirmou que não poderia ser responsabilizada pela dívida fiscal contraída, pois não era proprietária do imóvel objeto da execução. Juntou, para corroborar seu argumento, Certidão Negativa do Cartório da 1.ª Serventia de Registro de Imóveis da Comarca de Rio Branco/AC.


O relator, juiz federal convocado Grigório Carlos dos Santos, sustentou que, nos termos do art. 34 do Código Tributário Nacional (CTN), o contribuinte do IPTU “é o proprietário do imóvel, o titular do seu domínio útil, ou o seu possuidor a qualquer título”.


Assim, segundo o relator, apesar de a Caixa Econômica Federal haver comprovado que não possui propriedade registrada do imóvel em questão, nada provou a respeito do domínio útil e da posse, os quais também ensejam a cobrança do tributo, nos termos da legislação em vigor.


Uma vez que suas alegações não foram capazes de afastar a presunção de certeza e liquidez do título executivo, deve permanecer no polo passivo da execução fiscal.


Com esses argumentos, a 5.ª Turma Suplementar negou, por unanimidade, provimento ao agravo de instrumento.


Processo nº 322424220034010000/AC


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